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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O JULGAMENTO INTERIOR - 2



A pessoa que envereda por estar bem resolvida – física e psiquicamente – ao valer-se do S.E.R. perceberá que o elemento denso também não quer morrer. Ele fará uso de toda artimanha e se associará a qualquer outra estrutura densa que esteja por perto e possa auxiliar a levar engano, dúvida e ao passo que a pessoa não se permite lograr, ele entra em processo de desespero e começa a fazer de tudo para que o investigador cometa lapsos, esqueça seu nome para não ser eliminado, nuble suas percepções, invada o fluxo razonativo com uma gama de outros elementos densos parecidos (seus advogados) para subtrair seu foco e sua atenção dirigida gerando erro e incertezas no ato de eliminação plena do mesmo. Mantenha-se seguro e fie-se no Ser Interno.
Consolidado esse julgamento, devemos nos perguntar com imensa sinceridade de coração se queremos que essa estrutura ainda permaneça em nosso universo particular, atuando como sempre o fez, furtando nossas energias, causando toda uma série de danos e malefícios que nos impedem de sair adiante em nossa existência.
Tomada a decisão de erradicá-lo, passamos a outro estágio da purificação dessa criatura, valendo-nos da Renúncia que, como ciência de luz entra em ação.
Esse obstáculo para o avanço é importante ser dissolvido para que a pessoa possa seguir sem perturbações.
Depois de compreendido plenamente esse particular do diuturno da grande maioria da humanidade (o medo) sob a luz do S.E.R., a pessoa que quiser saber as origens desse “Medo de” e limpar seu registro pode e deve fazer através do Resgate como veremos.

sábado, 8 de dezembro de 2012

O JULGAMENTO INTERIOR

Voltemos ao Resgate.

Coloquemos ainda com profunda sinceridade na palma de nossa mão esquerda todas as coisas que conseguimos nos recordar que esse elemento descoberto faz de desagradável conosco. Sejamos inteligentes e não tenhamos pressa no exercício desse processo.


Feito isso com esmero, abramos oportunidade para a defesa e com grande foco e objetivo lúcido procuremos, vasculhemos em nosso âmago, o que de efetivamente maravilhoso, imprescindível, fantástico, soberbo esse elemento denso, esse defeito psicológico trouxe para nossa plena existencialidade. Não nos permitamos cair nas armadilhas que a astúcia final do dito elemento “Medo de” possa ter em suas mangas como argumentos retóricos para sua defesa.


Tecnicamente um elemento denso não pode trazer nada de bom para ninguém!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

PRÁTICA DA COMPREENSÃO DO MEDO - 5

Para que possamos tocar em pontos concretos, fizemos estudos em nosso próprio universo pessoal e nos deparamos com uma série absurda de “medos de” e queremos partilhar aqui alguns para melhor auxiliar na assimilação do que estamos abordando.

Avaliemos alguns tipos de “Medo de”: medo de: relacionamento; de fracassar; de altura; de acidente; de entender; de escuro; de resolver; de desconhecido; de ficar só; de lugar fechado; de assalto; de não compreender; de errar…
Observemos que alguns desses medos estão atrelados a outros, por exemplo, medo de entender está atrelado ao medo de compromisso!
Assim, chegamos então a uma etapa grandiosa. Descobrimos o “inimigo”/treinador! Agora precisamos realizar uma espécie de julgamento em nosso tribunal interno.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

PRÁTICA DA COMPREENSÃO DO MEDO - 3


Assim sendo, esmiucemos.

Quem atua? É necessário saber que tipo de medo atua. “Medo de” que estou sentindo neste momento? A sinceridade com a pesquisa psicológica interna é fundamental, pois a pessoa está investigando, buscando resolver-se a si e não aos outros, portanto, se ela achar que estará enganando alguém, estará mesmo: a si própria! Muitas vezes temos vergonha de admitir para nós mesmos que possuímos determinado medo, é algo constrangedor, mas é preciso que toquemos nesse ponto com serenidade e sinceridade para que a identificação seja efetiva e completa.
Então, quem atua? “Medo de” quê? Descubra que tipo de medo o atrapalha nesse momento e reserve-o. Poderá perceber uma enchente de medos figurando em sua mente. Não se aborreça, isso é normal e sabemos disso. Mantenha-se sereno e focado. Escolha consoante seu Ser Interno indica a sua urgência. Não se preocupe com os outros nesse estágio. Resolva um, depois passe ao próximo e assim sucessivamente com constância em sua prática de compreensão do medo (ou de qualquer elemento denso).

sábado, 17 de novembro de 2012

PRÁTICA DA COMPREENSÃO DO MEDO - 2


A próxima etapa que o investigador de seu universo deve chegar é manter esse diálogo com o Ser Interno e aprofundar-se na pesquisa identificando o tipo de medo atuante.
É preciso então identificar o que chamamos de “Medo de” e aos poucos compreendê-lo. Isso é feito com as seguintes chaves:

  - Quem atua?
 - Como atua?
 - Onde atua?
 - Quando atua?
 - Por que atua?
 
Essas perguntas são essenciais para qualquer tipo de erradicação de elemento denso na etapa de sua investigação, de sua compreensão. São feitas pelo praticante/investigador diretamente ao seu próprio Ser Interno cujas respostas são captadas com a Intuição. Alertamos que não possuem uma ordem pré-estabelecida, podem ser feitas e respondidas aleatoriamente. Funciona do mesmo jeito.

Um Toque de Sabedoria

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