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domingo, 7 de julho de 2013

O QUE RESGATAR - SEQUÊNCIA

(Dando sequência ao "o que" resgatar do tópico anterior)
Kheóps Justo
Feito isso, vá despejando o registro histórico (no exemplo estudado, o Egito), traga tudo o que sentir preciso e que o Ser Interno ordenar: a muralha, os soldados, o irmão, as vestes, as pompas, e traga a si próprio daquela época. Despeje tudo ali, não irá propriamente queimar, mas sim purificar.
Assista ao que se sucede. Poderá presenciar coisas do gênero insetos, agulhas, pedras, cobras, lagartos, correntes, sangue, esperma, rituais, contratos, juramentos, cabos, rochas, implantes, bolas gosmentas e tantas outras coisas densas e nojentas que não saberá sequer identificar do que se trata. Não importa. Assista e mantenha o foco intensificando a atuação dessa importante luz violeta em tudo.
Kheóps Justo
Observe como as pessoas envolvidas vão se limpando e os objetos também vão passando pela luz violeta e purificando-se ou desintegrando-se – cumpriram sua função - saindo de seu universo pessoal. Os soldados se vão, o irmão sai, e a parte que lhe pertence, o eu daquela época, vai clareando, ficando mais e mais limpa. Pode acontecer de mudar de forma. De assumir uma forma humanoide translúcida e iniciar um procedimento de flutuação – eis que agora cada vez mais leve dos pesos da experiência, mudando assim sua densidade.

Kheóps Justo

terça-feira, 11 de junho de 2013

IDENTIFICANDO O REGISTRO

Dito isto, passamos à próxima situação.
Descobrimos o Local, o Ambiente, a Cena/Objeto o Indivíduo, fizemos leituras das sensações energéticas, sabemos e assistimos o que fizemos e/ou o que foi feito conosco. Vamos manter a linha da hipotética aventura do “fala alto”. Vamos definir então os Fatores Sensoriais que poderiam surgir para o estudo em apreço.
Local: Egito Antigo.
Ambiente: muralhas de uma fortaleza.
Cena/Objeto: guerreiros aos pés dessa muralha prontos para batalha, armados com espadas, lanças, escudos, animalha.
Indivíduo: o investigador de si e uma outra pessoa perto trajados com vestes da respectiva época e seus adereços.
Leitura Energética: Tensão emocional; irritabilidade; indignação.
Até aqui tudo bem. Mas quem é quem nessa história e o que ela tem a ver com o que ocorre hoje? Mantenhamos a calma e façamos exatamente essa pergunta ao Ser Interno.
Aguardemos e sintamos.
Logo perceberemos que o investigador trata-se de um líder, uma espécie de comandante ou general de exércitos. Está diante de uma iminente guerra. Seus soldados prontos para a batalha. Enxerga outra pessoa ao seu lado. Indague ao Ser Interno de quem se trata. O Ser Interno, através da intuição, lhe dirá: “Trata-se do seu colega que fala alto nos dias de hoje”.
Logo um fio de compreensão surge. Você é um líder de exércitos precisa tomar uma decisão. Percebe e intui que seu colega, naquele Egito Antigo, trata-se de seu próprio irmão (lá!).
Sinta isso com profundidade, mas procure assistir e não se identificar com os sentimentos. A psique precisa disso para assimilar os “porquês” da desavença nos dias de hoje.

sábado, 27 de abril de 2013

CONVERSANDO COM O SER INTERNO - 2

 
Se assim o for, é só seguir os passos necessários e que serão indicados para a purificação do registro logo adiante.

 Mas e se o Ser Interno e a própria lógica em si já atestam que não foi nesta existência? O que fazer? Em que época, em que país, em que região procurar?



Sugerimos nesse instante que se permita sentir novamente o Ser Interno.

Ele falará através de algumas formas, para alguns mais subjetivamente e para outros nem tanto. Tranquilize sua mente, aquiete-se. Respire um pouco mais corretamente e aguarde.

Então podem surgir o que designamos de Fatores Sensoriais.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

CONVERSANDO COM O SER INTERNO


Bem, pergunto a mim (em parceria com o Ser, sempre): 
“Foi nesta existência que tive alguma rusga com essa pessoa?” 
Aguarde, sinta. Fazendo uso da própria lógica, do pensamento racional, o investigador de si mesmo já deve saber se isso é fato ou não, ora, se conheceu essa pessoa recentemente, ou num curto espaço de tempo, necessariamente não terá sido nesta existência, isso por dedução lógica, correto?
Mas lembremos que o Resgate é uma viagem no tempo e no espaço, e não importa qual tempo, pode, efetivamente, ter sido ainda nesta existência, aos 30 anos, aos 18, na infância, no ventre da mãe.

DICAS DO SER

Escolhido o momento e o local que quiser – que pode ser simultâneo às descobertas já feitas – permita-se sentir alguns novos vislumbres. Como ainda é iniciante, damos aqui algumas dicas da forma como o Ser Interno pode se valer para nos comunicar algo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

OS ÓRGÃOS COMO MANIFESTAÇÃO DO SER - 2


 
Procuraremos esclarecer aqui alguns fatores importantes dessa linguagem do Ser Interno. Essa forma de entendê-lo é muito utilizada pela Medicina Tradicional Oriental e adotada com muita propriedade por diversos terapeutas alternativos, pois se trata da linguagem do Yin e do Yang, do positivo e do negativo (como polaridades), direita e esquerda, branco e preto, da reflexiologia, das lateralidades, da leitura do corpo, dos sinais que determinadas dores querem significar.
Existem literaturas aos montes a respeito disso, mas vamos destacar uma da qual nos sentimos simpáticos por ser distribuída graciosamente e, especialmente, por seu conteúdo pragmático e direto. Trata-se da obra do autor francês Michael Odoul “Diga-me onde dói e eu te direi porquê”.
Em tese, Michael divide o corpo humano em partes superiores e inferiores e ainda laterais.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A Comunicação do SER

O Ser Interno se vale de diversos veículos para nos alcançar e transmitir-nos suas informações. Muitas vezes recebemos dele pulsos de energias que fazem com que sintamos o que denominamos de INQUIETAÇÕES.

Essas Inquietações surgem como questionamentos, indagações, pensamentos filosofais que nos impulsionam a uma resposta. Consideramos as Inquietações como as molas propulsoras para o avanço e a busca de se resolver.

Quando a pessoa sente esse mágico envolvimento da Inquietação deve procurar agir com alegria para não incorrer no equívoco do Incômodo.

O incômodo também conduz ao avanço, mas necessariamente não precisa ser assim...

Quem nos acompanha há algum tempo já tem noção de que o ser humano é um extraordinário aparato que recebe, gera e transmite energias. Ocorre que com os isolamentos que nos acometem na vida moderna o Ser Interno não consegue mais contato conosco diretamente como outrora. E como estamos isolados da Terra que nos auxilia na descarga e harmonização dos excessos, sofremos um acúmulo adulterado de excesso de impressões e de energia do mundão, do espaço e dos demais que nos circundam que também são geradores, transmissores e receptores.
Não é porque estamos separados do Ser Interno ou porque ele não conversa conosco, não. Trata-se simplesmente do fato de estarmos congestionados por diversas impressões e acabamos nos esquecendo de voltarmos nossa atenção ao que ele quer e precisa nos dizer.
 
Quando o ser humano, em seu dia a dia deixa para trás esses avisos do Ser Interno, da Intuição, poderá vir a ter certos mal-estares e desconfortos físicos.

sábado, 17 de novembro de 2012

PRÁTICA DA COMPREENSÃO DO MEDO - 2


A próxima etapa que o investigador de seu universo deve chegar é manter esse diálogo com o Ser Interno e aprofundar-se na pesquisa identificando o tipo de medo atuante.
É preciso então identificar o que chamamos de “Medo de” e aos poucos compreendê-lo. Isso é feito com as seguintes chaves:

  - Quem atua?
 - Como atua?
 - Onde atua?
 - Quando atua?
 - Por que atua?
 
Essas perguntas são essenciais para qualquer tipo de erradicação de elemento denso na etapa de sua investigação, de sua compreensão. São feitas pelo praticante/investigador diretamente ao seu próprio Ser Interno cujas respostas são captadas com a Intuição. Alertamos que não possuem uma ordem pré-estabelecida, podem ser feitas e respondidas aleatoriamente. Funciona do mesmo jeito.

Um Toque de Sabedoria

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