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quarta-feira, 17 de junho de 2015

"DEUS EKS MAKHĬNA"

Consciência Livre
O medo e a dúvida são os maiores fracionamentos conceituais que impedem esse avanço arrebatador; estudá-los profunda e amiudemente seria uma das primeiras etapas àqueles que captaram a essência desta divulgação e assim converter-se em um indivíduo livre dos conceitos criados por humanos e propalados em diversos livros tidos milenarmente como salvadores.
Consciência Livre
De fato, se nos voltarmos para o homem das cavernas que adorava a chuva, o sol, as estrelas, o raio, a lua, observaremos uma adoração ao que vem do alto e que lhe causava... medo! Ora, mas se o troglodita adorava por medo, por que não adorar também ao tigre de dentes de sabre? Porque conhecia esse inimigo natural e reconhecia suas necessidades; já um raio era algo sobrenatural, sem causa aparente. Assombrava.
Consciência Livre
Se um raio caísse na cabeça de um dos nossos ancestrais, tratar-se-ia de um deus malévolo; mas como lhes deu a conhecer o fogo, e o fogo foi útil, então era um deus bom – que causava medo em seu poder superior, majestoso, mas bom. Com o passar dos tempos, sacerdotes começaram a se atribuir o dom de interpretar esses sinais divinos. Então, quando faltava chuva – outro tipo de deus – sacrificavam uma flor, depois um cão, depois um boi até que um dia se chegou a uma jovem virgem. Com esse tipo de manipulação de poder que incute o terror em quem não obedece, conseguia-se a soberania da dominação sob a égide de um deus iracundo, punitivo, vingativo, que sequer existia.
Consciência Livre

A pergunta que fazemos: “Será que isso terminou?”

Um Toque de Sabedoria

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