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sexta-feira, 24 de julho de 2015

IR ALÉM

Consciência Livre
Os motivos pelos quais esses seres estariam envolvidos em todo esse processo sideral são palco de ampla discussão e teorias variadas e diversas, motivos pelos quais, nos abstemos de defender qualquer ideia a respeito; apenas queremos ampliar o leque das possibilidades dimensionais que o ser humano que busca revelações precisa considerar para resgatar e purificar sua memória celular revelando seu Planejamento Monádico, ou sua causa causorum nessa teia de planos cósmicos.
Consciência Livre
O ser humano, em plena segunda década do século XXI do calendário gregoriano, com todos os seus aparatos e descobertas da ciência e do pensar, frutos de seu grande intelecto, continua buscando respostas limitando-se à esfera global. Ora, já esgotamos as teses e teorias sobre a liberdade, a ética, a moral, a fé, a verdade, mas não ousamos abertamente, cientificamente, buscar origens além de nossa história sangrenta e ciclicamente repetitiva, nossas lendas e até mesmo de toda mitologia.
Consciência Livre
Paramos nas “veracidades” dos cacos de barro, nas ossadas incompletas e nas paredes das cavernas. Ter essa coragem é acreditar, nem que seja por hipótese – a fim de se proteger – que existe outro tipo de vida inteligente habitando o universo que nos sustém. Vida esta que, quiçá, um dia, aqui esteve, habitou, talvez tenha ensinado e volta em caráter de visita esporádica. Vida com recursos mais avançados que a nossa ridícula tecnologia de acertos e erros pôde levar a uma geração bruta, uma pífia parcela de conhecimento que pôde nos alçar da pré-história jurássica palpável à era da informática invisível.
Consciência Livre

quarta-feira, 17 de junho de 2015

"DEUS EKS MAKHĬNA"

Consciência Livre
O medo e a dúvida são os maiores fracionamentos conceituais que impedem esse avanço arrebatador; estudá-los profunda e amiudemente seria uma das primeiras etapas àqueles que captaram a essência desta divulgação e assim converter-se em um indivíduo livre dos conceitos criados por humanos e propalados em diversos livros tidos milenarmente como salvadores.
Consciência Livre
De fato, se nos voltarmos para o homem das cavernas que adorava a chuva, o sol, as estrelas, o raio, a lua, observaremos uma adoração ao que vem do alto e que lhe causava... medo! Ora, mas se o troglodita adorava por medo, por que não adorar também ao tigre de dentes de sabre? Porque conhecia esse inimigo natural e reconhecia suas necessidades; já um raio era algo sobrenatural, sem causa aparente. Assombrava.
Consciência Livre
Se um raio caísse na cabeça de um dos nossos ancestrais, tratar-se-ia de um deus malévolo; mas como lhes deu a conhecer o fogo, e o fogo foi útil, então era um deus bom – que causava medo em seu poder superior, majestoso, mas bom. Com o passar dos tempos, sacerdotes começaram a se atribuir o dom de interpretar esses sinais divinos. Então, quando faltava chuva – outro tipo de deus – sacrificavam uma flor, depois um cão, depois um boi até que um dia se chegou a uma jovem virgem. Com esse tipo de manipulação de poder que incute o terror em quem não obedece, conseguia-se a soberania da dominação sob a égide de um deus iracundo, punitivo, vingativo, que sequer existia.
Consciência Livre

A pergunta que fazemos: “Será que isso terminou?”

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O "DRAMA" COMO INIMIGO

Mas o que impulsionaria o primeiro se tinha de tudo? Bem, a ganância não existe, pois no experimento não há esse tipo de comparativo para tal época. A única possibilidade que se apresenta seria a de querer facilitar mais ainda o que já é fácil, ou seja: o modo de caçar, cozer, de habitar; com ausência de necessidades que fazem o sofrimento e que geram dor, mas, eis aí o fator de novo: se o primeiro, por exemplo, acaba descobrindo que sua caverna pode melhorar é porque ela não estava 100% boa!
Se percebe também que a flecha é melhor que o machado e mais segura que a lança é porque existia algo inconforme.
Sim, mas o fator marcante é que o primeiro, mesmo percebendo possibilidades de melhora não dramatiza, não sofre, não se identifica com a possível “dificuldade” como um problema a ser valorizado, mas apenas enxerga avanços e melhorias como algo natural, gostoso, ALEGRE; ou ainda, uma oportunidade. Regozija-se com suas descobertas.
Então seria a alegria um mero estado de espírito? Não necessariamente, mas sim uma opção. Sigamos.
Se eventualmente viesse a não mudar, aí sim o primeiro Homem da Caverna poderia sofrer, pois estaria de posse de um conhecimento que não foi colocado em prática, assim, sabia da possibilidade de avanço e por algum quesito não o alcança.
Pois nos dizem que a necessidade é a mãe das invenções, mas não do sofrimento. Todavia, o mesmo não é órfão. Seria o sofrimento uma invenção do ser humano ou de criaturas além de nosso alcance cerebral terreno? É algo para ser pensado futuramente...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

GRÁFICO DA PRÉ-HISTÓRIA


Num primeiro momento a comparação com algo melhor e/ou com um cenário pior.
Avaliemos o gráfico a seguir:
Isentemos agora, o experimento Homem da Caverna do implante da CULPA atrelada ao homem contemporâneo, para que possamos filtrar a proposta de maneira isenta dos conceitos mentais que surgiram no curso da humanização.

Assim sendo, temos que, de uma forma ou de outra, os dois evoluíram ou não. Suas experiências eram distintas, mas abocadas ao mesmo contingente, qual seja: SOBREVIVER! Um tinha tudo e estava bem sortido, ao passo que o outro não. Fica claro o que impulsiona o segundo: a NECESSIDADE, ou melhor – ou ainda, pior – o sofrimento.

Um Toque de Sabedoria

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