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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

A DOR E O SOFRIMENTO - Retorno

Salve, gente bacana!
Disponibilizamos novo material depois de um bom tempo de "licença prêmio".
Em breve retomaremos as atividades sempre procurando informar e conscientizar.
Abraços fraternos.


domingo, 27 de agosto de 2017

ESTUDO SOBRE AUTOSSABOTAGEM

Salve, gente bacana!
Em 13 de março de 2015, realizamos um estudo sobre a Autossabotagem...
Queremos agora partilhar e dividir aqui nossas percepções a respeito com todos vocês.
Um fraterno abraço.

ESTUDO SOBRE AUTOSSABOTAGEM
A atuação do processo de autossabotagem pode ser considerada uma ORDEM SUBLIMINAR de nosso inconsciente que: ou está satisfeito com o que tem e não há interesse em buscar outras “aventuras” em função apenas de comparações com terceiros; ou encontra-se aprisionado pelo temor de sair de uma espécie de zona de conforto a qual mantém a pessoa “segura” no estágio em que se encontra.
Consciência Livre
No primeiro caso a pessoa acaba se machucando (às vezes literalmente) por sofrer em função da incerteza do que quer ou ser. Estar pleno com pouco é o que basta para si, ocorre que os outros querem sempre mais e o “melhor” para nós e por nós.
No segundo o temor de perder o que se tem (mesmo que pífio) não permite sair adiante, todavia neste caso, a própria pessoa está insatisfeita, mas não se permite arriscar, ousar.
Mas e a autossabotagem e sua atuação?
É preciso evidenciar se sua atuação é isolada ou alicerçada basilarmente pela PREGUIÇA a qual mina, “sabota” propriamente, qualquer pretensa iniciativa que eventualmente se proponha a fazer. Mas quem gosta disso é a própria pessoa que, outorga a esse terceiro a culpa pelo fracasso – considerando essa hipótese da preguiça.
Consciência Livre
Agora levemos à avaliação o caso de um pai de família que passa sua vida tentando de “todas” as formas conseguir recursos financeiros para adquirir, por exemplo, sua própria casa e não o  consegue. Observemos que não se trata de uma casa qualquer em uma vila popular, mas busca uma casa dita decente em um bom bairro (esse seu sonho). Não é tão exigente ao ponto de querer uma mansão.
Sua atividade profissional não oferece por si só tais recursos; apostar em loterias, uma quimera; financiamentos repletos de obstáculos; empréstimos negados; parcerias recusadas... e uma gama de barreiras fantásticas e absurdas que conduzem ao desgosto, decepção e fracasso.
Consciência Livre
Então indagamos: Seria o fator preponderante em um caso desses a busca pelo melhor? Como alguém que quer o melhor para si e para os seus se autossabota ou está com preguiça de vencer honestamente se o resultado de tudo será mais conforto e alegria?
Mas não estacionemos por aqui, precisamos observar mais.
Consideremos agora o jovem que almeja o melhor a sua saúde... Ao buscar uma atividade física “sempre” lhe ocorre um cenário que inviabiliza ou dificulta, impossibilita até mesmo corporalmente a prática de um exercício – e nem sempre é atrelado a dinheiro – uma série contínua de lesões ou machucados que se revezam pelo corpo ao passo que vão sendo tratados; machucados dos mais ridículos e improváveis, os quais culminam na “necessária” paralisação ou até mesmo impossibilitação do simples deslocar-se: dor nas costas; braços; pernas ou contínuos processos de gripe, alergias; compromissos que lhe furtam horários das práticas; fechamento das academias e outros fenômenos do tipo.
Consciência Livre
Porque haveria prejuízo em manter a forma? O que efetivamente estaria ocorrendo a título de “proteger” a pessoa de obter prazer e alegria com a salutar prática de exercícios?, se é exatamente o contrário que ocorre não podendo realizá-los?
A mulher que se vê em uma situação onde não consegue arrumar uma atividade profissional, seja como empregada ou como dona de seu empreendimento. Se se vive apenas em resposta do capital que se obtém, como alguém em sã consciência se colocaria mentalmente contra si próprio?
Hipóteses existem algumas: preferência por tarefas desafiadoras (nunca é o bastante); perfeccionismo (quer sempre um algo melhor ainda); medo do fracasso (nem tenta); falta de mérito; culpa; preguiça do procedimento; sem valor; excesso de coisas e tarefas a fazer; questões espirituais; implantes; desígnios; obsessores; falta de amor ao semelhante.
Consciência Livre
Existe, ainda um caso em que a sabotagem que viria de um Plano Espiritual a qual não permitiria que a pessoa seguisse (ou conseguisse)realizar seus sonhos por NÃO ser essa a sua meta, seu Planejamento Monádico, por JÁ ter vivido essas experiências; ou ainda por questões punitivas, ou ainda preservadoras, por exemplo: não conseguir uma casa nova seria exatamente para evitar que a pessoa passasse por um acidente ou mudasse seu perfil, sua personalidade o que culminaria num futuro inadequado para o momento. O mesmo se daria para todos os demais insucessos.
O que também ocorre poderia ser que tudo isso iria na contra-mão da famosa Lei da Atração. Como querer algo bom poderia prejudicar a pessoa ou  a alguém? Medo de dar conta de tanto sucesso? Tanta abundância? Tanta prosperidade? Falta de canalizar energia mental suficiente para realizá-los? Pensar pequeno?
Consciência Livre
Existe ainda a questão da valoração.
Ás vezes queremos várias coisas e não oportunizamos nenhuma em face da mais difícil, chata ou cara ser a mais necessária ou importante. Aí não se tem nem uma nem outra.
Foco dolorido.
Focar nos estágios difíceis, complexos, dolorosos nos afastam anos luz do objeto almejado. Mudar de foco a todo tempo desviando a energia e o aporte superior para a concretização do desejo. Medo da liberdade. Não saber o que quer.

Portanto, uma opção, seria na saúde, no afeto, no conforto, na alegria, melhora a jornada e agiliza o processo de realização e não dos caminhos árduos para conseguir.
Consciência Livre

domingo, 11 de maio de 2014

RECHAÇOS PRECONCEITUAIS


Consciência Livre
Por isso que o Resgate importa que atue na PSIQUE, de maneira ENERGÉTICA com CONSCIÊNCIA, retomando a UNIDADE plena da “treva” com a “luz”, onde não há fracionamento do Ser, tampouco polaridade (+/-).
Consciência Livre
A COMPREENSÃO (consciência) e o ENTENDIMENTO (psique) ao atuarem em conjunto nesse processo assimilatório de Resgate valendo-se de ferramentas como a MOVIMENTAÇÃO DAS ENERGIAS as quais restabelecem o equilíbrio e fazendo uso da intuição nos informam das frações existentes, desobstruindo de modo simples, todavia direcionado pela vontade, focado no objeto da união a ser retomada, resgatada, trazendo a percepção do fator, do ELEMENTO excluído, condenado, execrado, exilado de nossa existência, mas que nos segue como uma herança maldita até que a reclamemos para completar a ligação (+) (-) e então ela não mais será maldita, sequer bendita, mas ABSOLUTA, PLENA.
Consciência Livre
Se formos completamente “bons” não teremos condições e preparo vibracional suficiente para conhecer o que está adiante das portas do “umbral”, eis que as forças eletromagnéticas das “trevas” de nosso universo particular são muito pesadas, fortes, intensas, nos marcam com a chancela do MEDO. O contrário também se dá... Ao nos convertermos em seres plenamente “maus” não resistimos às altas vibrações e permaneceremos na dicotomia separatista e fronteiriça. Dor e sofrimento. Não sabemos porque não nos salvamos já que somos tão bons...
Consciência Livre

domingo, 2 de setembro de 2012

CONCLUSÃO - SEMPRE EM ABERTO

“A energia da alegria deve ser usada como manifestação Crística.”
Serapis Bey

Se o conhecimento, o saber é uma espécie de chave para o despertar da ignorância sofrível, aqui está então esse pretensioso trabalho com o simples fito de escorraçar de vez essa estrutura densa que nos solapa a alegria do viver.

Temos ainda muitas outras reflexões a abordar, tais como a do Caos e da Ordem, seriam um caminho para um fim? Para uns o CAOS é ruim, ao passo que para outros é belo. Para uns a ORDEM é chata, para outros adequada. Ainda verificamos que o sofrimento é uma coisa a dor outra, mas um pode conduzir a outra e vice-vesa. Mas, o sofrimento estaria sempre ligado a uma ação egoica? E no que concerne a inocência, existiria ausência de sofrimento na condição de inocência?
Mas, dentre todos os questionamentos agora levantados e que não foram aprofundados – quiçá futuramente – advém um dos maiores e que já foi palco para muitas discussões acaloradas: De onde efetivamente surgiu o sofrimento?
Ainda não nos foi permitido alcançar essas oitavas, mas sabemos que alguém as sabe...

O que nos importa agora é estarmos bem-resolvidos com o que pretendemos saber. Pois muitas coisas ainda estão ocultas entre o universo externo e o nosso pequeno mundinho orbitante no espaço sideral que poderia nos levar a um colapso psíquico e emocional, coisas que nos deixam de mãos físicas atadas. Às vezes a ignorância pode ser bendita, mas discordamos disso imediatamente, pois sabemos que ignorar é sofrer e assim não podemos nos preparar adequadamente.
 
Estar bem-resolvido é atrair para si, e consequentemente para os outros, faixas de vibração que conduzem a um avanço simples e descomplicado. Nos invita a soluções. As pessoas estão se esquecendo como é responder simplesmente “sim” ou “não”, são possuídas por uma premente necessidade de complicar o que é simples... tal como a felicidade o é.
De posse de tal informe, cabe ao leitor a análise final, pois este trabalho não mais nos pertence, já pertence ao todo humanitário. E, se ainda assim alguém conseguir encontrar alguma circunstância a qual venha a justificar o sofrimento como veículo adequado ao avanço, pois que a escolha para si e tente viver com ela.
A nós não admitimos essa possibilidade, eis que já a estudamos, já a vivemos, já a sentimos. Sabemos que a dor e o sofrer existem e que passamos e passaremos por ambos, mas daí a permitir que essas estruturas nos libertem é um passo muito perigoso e longínquo, sem contar que sofrível.
Até a próxima.
Kheóps Justo.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

AMADURECIMENTO PARA O AVANÇO

"Um ser humano que acredita em si mesmo, já pagou por tudo o que possui."
Stéfano Élio D´Anna.


É possível viver e avançar, evoluir sem dor nem sofrimento desde que optemos com serenidade por soluções para os ditos problemas da humanidade: esquentou demais, choveu muito, corrupção, roubos, fracassos, mortes, e afins; precisam ou devem ser avaliados como possibilidades de avanço, desenvolvimento, sempre com ALEGRIA (mas não com falta de consideração, pois nem todos iriam entender um velório em que o parente esteja sorrindo até as orelhas).
Afinal, dizem que as grandes guerras trouxeram muito avanço para a humanidade... Pena que não precisava ser assim.
As dificuldades e necessidades do cenário laboratorial de testes vão existir, mas com o conhecimento, o saber libertador, consciencial da escolha por alegria voluntária, sem os grilhões dos conceitos projetados na psique - extraídos também pela vontade – não há dor sequer sofrimento na senda do avanço, da iluminação, da ascensão.
O amadurecer é constante e a cada instante, a cada estágio a alegria deve ser gradativa e observada, sentida, vivida, à medida que descobrimos novas etapas, sejam quais forem.



domingo, 19 de agosto de 2012

O MEDO DA DOR É MEDO, NÃO DOR

Mas e o medo e o terror da dor?
Medo da dor é medo e não a dor propriamente dita. O medo é uma energia densa que, no caso, nutre-se de uma hipótese – mesmo para quem já teve mais de um bebê – que pode ou não ocorrer. Ele culmina por gerar sofrimento e não dor.
Bem, analisemos esse sofrer então.
A maioria das gravidezes são frutos de atos impulsivos e instintivos. Em geral, engravidar é consequência de uma série de fugas e condutas equivocadas com interesses mesquinhos. Em assim sendo, não há evolução ou avanço claro, ou, em princípio, no momento do parto.
Isso é como dar uma martelada no dedo ou queimar-se no fogão, vai doer fisicamente mesmo e no final, por inconsciência, sofre-se as agruras dos resultados maquiavélicos e ainda reclama-se da desdita.
Portanto, a menos que se afigurem novas refutações mentais, acreditamos que possamos chegar a uma conclusão, ou, pelo menos a uma posição a respeito do assunto.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O "CASTIGO" DIVINO

Sem nos render a esses argumentos repletos de sofismas e retóricas estóicas levantamos a questão do parto.
Dar a luz a um bebê, parir, há muito se defende – estranhamente – ser um castigo celeste para a humanidade, em especial à mulher.
Primeiro, se castigo, não há do que reclamar, resta sofrer e pronto, pena que sem vislumbre de avanço, pois se algo ruim já foi cometido, parir com dor e sofrimento é castigo “divino” e está acabado...
Mas, não acreditamos em um deus que castiga, mas sim na misericórdia, como já dissemos.
Ótimo, então como justificar o terror que invade os casais na hora mais bonita da mulher? Vamos conceber que uma mulher compreenda em si a necessidade da maternidade para cumprir com sua evolução pessoal; concebamos ainda ser verdadeira essa premissa; ela deverá então se preparar fisicamente para seu parto. Avaliar com extremo critério suas possibilidades e o que está ao seu alcance: yoga, exercícios similares próprios, preparação emocional, parto na água, certamente facilitarão essa passagem... Em último caso – pois somos radicais na construção dos problemas – se necessário, a cesariana, mesmo não sendo a mais festejada forma de trazer uma criança ao mundo, pode ser realizada com procedimentos próprios a evitar a dor, desde a contração, a cirurgia até o pós-parto.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

SOFRIMENTO: ELEMENTO MANIPULADOR



Portanto, consciente ou não, esse sofrer não passa de ardilosa manipulação emocional com graves sequelas se não rompida em prazo hábil. Uma das sequelas seria a suspensão do próprio avanço que se perderia fornecendo alimento (energia) para nutrir tal situação, e, se não atento, do avanço da outra pessoa que venha a se permitir envolver nessa situação opressora.
Outro estrago seria a conversão de dito sofrer em ódio pela dedicação “doada” ao outro. Esse tipo de conduta é patente em casais que vislumbram o romance como investimento de vida, juventude, dinheiro... Se dedicassem mais tempo ao AMOR do que às rusgas o pseudosofrer não atuaria e evitaríamos muitos crimes passionais.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A DOR DA PERDA

Sejamos mais radicais: o pai que perde seu filho por via de uma doença ou uma tragédia. Como isolar tristeza de dor, como diferenciar uma de outra? Neste caso não há avaliação sistêmica para avanço ou evolução (prescinde que desconsideremos fatores atrelados à crença cármica, pois aí teríamos justiça e não dor ou sofrimento inatos). Nesse cenário o indivíduo possui um período natural e específico para recompor-se energeticamente e emocionalmente através do luto. Além disso, sim estaria se permitindo um sofrimento em demasia que o atrairia para um retardamento de seu avanço, instalando-se a apatia, dando azo a desgastes de ordem emocional, psíquica, tristeza, depressão, cuja aura de energia densa, além de contaminar os que o cercam, ainda atrairá espectros de vibração similar que culminaria num casulo cuja crosta engrossaria cada vez mais.
Não nos dando por satisfeitos, vamos à cata dos que alegam sofrer por um amor.
Há também que separarmos aqui com distinção amor de paixão e ilusão. O amor verdadeiro é incondicional, portanto, estando ou não o objeto do afeto presente, o amor é o mesmo, não cabendo nesse caso o sofrer. Mas, atenhamo-nos então à paixão. Se sofre é dor, correto? Bem, paixão é sentimento de posse, no caso desse dito “sofrer por paixão” será, logicamente, pela não-posse da outra pessoa para seu desfrute e gozo. Essa cena de dor que se apresenta é um engodo para comoção ou autovitimização, também com o egoico intuito de comover, para com isso, atrair o objeto da paixão de volta. A evolução deixa de existir.

domingo, 29 de julho de 2012

A OPÇÃO E A ESTAGNAÇÃO

Entendamos aqui algo importante. Esses seres já eram de consciência distinta. Poderiam simplesmente ter se reclusado num buraco de montanha qualquer e ficar olhando para a parede em meditação para se iluminar (mais?), mas OPTARAM por mostrar aos demais seres humanos as possibilidades latentes de um caminho alternativo de paz e felicidade.

Jesus e Gandhi foram assassinados, mas Buda e o Lama não – este por sinal contemporâneo ainda vivo nos dias de hoje – o que demonstra a grandeza de um trabalho, a necessidade de ação respectiva à exigência do mesmo e a escolha dos argumentos e “armas” desse trabalho.
Buda não precisou ser assassinado para propalar sua descoberta.
O Dalai Lama precisou sair de sua terra natal, mas vivo, continua sua obra de libertação.

Agora sejamos mais taxativos em refutar essas defesas frágeis. Peguemos o perfil de um masoquista ou alguém que aceita alegre e explicitamente um sofrimento por si só ou por culpa que se outorgue de um sucedido. Uma rápida análise nos faz perceber que dita pessoa busca o prazer na dor; nisto, de pronto, já desabilita a refutação, eis que primeiro vem o prazer como objeto, depois a dor como caminho para alcançar dito objeto. Ou melhor dizendo, pela dor chega-se ao prazer. Aqui não há evolução, há estagnação.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A VONTADE É BASE PARA ALGO?

Então, os cenários são fatores não-decisivos, mas sim a VONTADE de não aceitar a dor e o sofrimento como base para o avanço – qualquer que seja.
Ainda não satisfeito com essa avaliação, queremos refutar mais.
Não podemos deixar de considerar com meridiana clareza a força terrível da opressão, seja pelo desejo de poder ou de outro objeto insólito de crueldade; ela pode incutir a dor e o sofrimento torturante a outros. Como exemplo máximo do que queremos expor, temos o caso do Kabir Jesus.
Indiscutível que sofreu dores e padecimentos sobre-humanos, mas atentos aqui, estes foram incutidos por outrem. Jesus – como outros nobres seres – voluntariou-se a passar por isso, sabia o que viria pela frente, tanto que chegou a recusar, pois sua proposta não era sofrer, muitíssimo pelo contrário, era quebrar as leis antiquadas e trazer o AMOR. Isso foi uma ameaça ao poder vigente, ameaça concreta, tão concreta que eliminaram o “mal” pela raiz.
Antes disso, tivemos o caso do senhor Sidarta Gautama; encontrou o equilíbrio somente depois de experimentar a abundância e a ausência. Em ambas as vertentes não havia alegria plena, autêntica, voluntária, mas insatisfação, busca; somente quando encontrou o centro, por força de sua opinião, é que deixou de ser uma possibilidade para converter-se em libertação, ou iluminação.


Mahatma Gandhi, muito questionado, também fez algo similar. No cerne da dor e do sofrimento divulgou a não-violência, a não-dor, o não-sofrimento como caminho.
O mesmo faz até os dias de hoje o último Dalai Lama...

terça-feira, 17 de julho de 2012

O QUERER E A VONTADE COMO CHAVE


Sob essa ótica é o sofrimento e a dor (voluntário ou não) quem conduz à evolução. Mas não nos olvidemos do gráfico que mostramos abaixo onde a doença atuando implica em BUSCA, assim, a chave interna não seria a doença, a dor, mas o QUERER, a VONTADE, eis que há a opção pela inércia (o que também é uma manifestação da VONTADE – mesmo que má-vontade), pois poderíamos sofrer resignados, morrer, sepultar tudo sem evoluir.
Quem não padece da saúde também precisa QUERER evoluir para sair adiante; a única diferença (gritante, por sinal) é que sem sofrimento.
   
Assim sendo, começamos a enxergar um fiapo de conclusão de que é possível evoluir sem dor nem sofrimento, basta QUERER, logo a VONTADE seria o ponto matemático do avanço com ALEGRIA; essa vontade, opcional, está intimamente ligada ao próprio saber de si, ou ao conhecimento de que tal postura, dessa tomada de decisão, liberta, pois alguém, ainda imbuído pela circunstância, pode estar num cenário de imensas dificuldades e saber evoluir sem sofrer ou vivendo em abastança e sofrer horrores internamente para alcançar seu avanço ou libertação.

sábado, 14 de julho de 2012

A DOENÇA E O COITADINHO

Alguns humanos poderiam perfeitamente receberem essa paternidade a partir do instante em que deixam de exercitar o cérebro na busca por saídas inteligentes para suas necessidades, aceitando ou se autoimpondo a pecha de “coitadinhos”.
Mas ainda não respondemos à interrogativa, portanto, vejamos mais fundo: a doença; se uma pessoa cai doente:
A doença passa a ser, então, algo ruim – óbvio -, um sofrer, mas onde está nela a força que conduz à evolução? Na necessidade imperiosa de NÃO sofrer. Logo, o SOFRIMENTO nos impulsiona, seja por nós ou pelos nossos entes, na busca pelo remédio/cura.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O "DRAMA" COMO INIMIGO

Mas o que impulsionaria o primeiro se tinha de tudo? Bem, a ganância não existe, pois no experimento não há esse tipo de comparativo para tal época. A única possibilidade que se apresenta seria a de querer facilitar mais ainda o que já é fácil, ou seja: o modo de caçar, cozer, de habitar; com ausência de necessidades que fazem o sofrimento e que geram dor, mas, eis aí o fator de novo: se o primeiro, por exemplo, acaba descobrindo que sua caverna pode melhorar é porque ela não estava 100% boa!
Se percebe também que a flecha é melhor que o machado e mais segura que a lança é porque existia algo inconforme.
Sim, mas o fator marcante é que o primeiro, mesmo percebendo possibilidades de melhora não dramatiza, não sofre, não se identifica com a possível “dificuldade” como um problema a ser valorizado, mas apenas enxerga avanços e melhorias como algo natural, gostoso, ALEGRE; ou ainda, uma oportunidade. Regozija-se com suas descobertas.
Então seria a alegria um mero estado de espírito? Não necessariamente, mas sim uma opção. Sigamos.
Se eventualmente viesse a não mudar, aí sim o primeiro Homem da Caverna poderia sofrer, pois estaria de posse de um conhecimento que não foi colocado em prática, assim, sabia da possibilidade de avanço e por algum quesito não o alcança.
Pois nos dizem que a necessidade é a mãe das invenções, mas não do sofrimento. Todavia, o mesmo não é órfão. Seria o sofrimento uma invenção do ser humano ou de criaturas além de nosso alcance cerebral terreno? É algo para ser pensado futuramente...

domingo, 1 de julho de 2012

A CENTELHA QUE IMPULSIONA

Pois bem, qual a centelha que faria com que esses dois objetos de estudo (dor e alegria) se movessem de sua condição primordial para outra postura com o foco voltado unicamente para fins de melhorar? Mantendo uma linha Medieval, seria a cobiça? O poder? A raiva? Fraternidade? Curiosidade? Inconformismo? Medo?...
Tendo sempre em mente para o presente estudo, um ambiente com possibilidades comparativas, por exemplo: o que fariam dois homens das cavernas evoluírem em seu próprio tempo? Vejamos com acurácia; quais os fatores da época: fome, chuva, raio, fogo, frio, medo... Seria o instinto? Propulsor invisível atrelado a reações glandulares?
Observemos mais, se esse mesmo homem pré-histórico estivesse num cenário onde a caça fosse abundante o que o impulsionaria a sair mais adiante? Ora, em não havendo reveses, o que efetivamente iria lhe semear o desejo de mudar de vida?

Um Toque de Sabedoria

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