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domingo, 10 de agosto de 2014

INTUIÇÃO OBJETIVA, FOCO!

Consciência Livre
Essa situação ao ser observada, (seguida de ataque ou não) gera um total sentimento de impotência e vitimização, seguido por um terror imenso. A pessoa que se familiariza com suas próprias capacidades energéticas, pode controlar-se e assumir sua própria defesa nessas situações de maneira bem satisfatória.
Consciência Livre
O Ser também se expressa através de nosso veículo físico, de nosso corpo. Ditos bloqueios, quando liberados e estudados hoje, isentam de viagens existenciais, bastando, para isso, a mera compreensão e o uso da energia cônscia e o estudo das sinalépticas no próprio corpo, mais conhecidas por sintomas.
Consciência Livre
Importa destacar que a Mobilização das Energias por si só exige um trabalho de limpeza dedicado e intenso – não apenas para manipulá-la, mas como verificador e identificador de problemáticas na pessoa. Mantendo-se a Intuição Objetiva, focada no objeto da limpeza – a problemática encontrada em forma de manchas escuras no corpo energético ou ainda em saltos e descontrole da energia – a resposta, além de ser também satisfatória, é mais eficaz, rápida e simples de quando se faz uso de um Resgate convencional que funciona plenamente, mas implica em mais tempo. A prática conduz a uma maior velocidade na resposta. A dedicação ao estudo dos fatores encontrados é que será flutuante. Importa destacar que a variante dos resultados também depende diretamente da capacidade de assimilação da prática por parte do acompanhado/praticante.
Consciência Livre

sábado, 3 de novembro de 2012

OBSTÁCULO À EVOLUÇÃO - 3

Aqui buscamos apresentar uma espécie de gráfico em que listamos, depois de pesquisas, 10 desses níveis em grau crescente de intensidade energética.

Menos denso – incomoda pouco

1 – Insegurança

2 – Debilidade

3 – Angústia

4 – Complexo

5 – Impaciência

Mais denso – incomoda muito

6 – Fobia

7 – Temor

8 – Desespero

9 – Pânico

10 – Terror
Para a pessoa que vive comum e correntemente, sem saber desses meandros emblemáticos, levar seu cotidiano com o nível de medo de 1 a 5, pode ser até tolerável e possível, inclusive com mais de um deles atuando.
Entretanto, quando se atinge o patamar do nível 6 a 10, a situação passa a se tornar um grande problema que culmina até mesmo na severidade de, em alguns casos, a pessoa ceifar a própria existência na ânsia de livrar-se do tormento. Por isso, dedicamos tamanha importância a este assunto.
Consciência Livre

domingo, 19 de agosto de 2012

O MEDO DA DOR É MEDO, NÃO DOR

Mas e o medo e o terror da dor?
Medo da dor é medo e não a dor propriamente dita. O medo é uma energia densa que, no caso, nutre-se de uma hipótese – mesmo para quem já teve mais de um bebê – que pode ou não ocorrer. Ele culmina por gerar sofrimento e não dor.
Bem, analisemos esse sofrer então.
A maioria das gravidezes são frutos de atos impulsivos e instintivos. Em geral, engravidar é consequência de uma série de fugas e condutas equivocadas com interesses mesquinhos. Em assim sendo, não há evolução ou avanço claro, ou, em princípio, no momento do parto.
Isso é como dar uma martelada no dedo ou queimar-se no fogão, vai doer fisicamente mesmo e no final, por inconsciência, sofre-se as agruras dos resultados maquiavélicos e ainda reclama-se da desdita.
Portanto, a menos que se afigurem novas refutações mentais, acreditamos que possamos chegar a uma conclusão, ou, pelo menos a uma posição a respeito do assunto.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O "CASTIGO" DIVINO

Sem nos render a esses argumentos repletos de sofismas e retóricas estóicas levantamos a questão do parto.
Dar a luz a um bebê, parir, há muito se defende – estranhamente – ser um castigo celeste para a humanidade, em especial à mulher.
Primeiro, se castigo, não há do que reclamar, resta sofrer e pronto, pena que sem vislumbre de avanço, pois se algo ruim já foi cometido, parir com dor e sofrimento é castigo “divino” e está acabado...
Mas, não acreditamos em um deus que castiga, mas sim na misericórdia, como já dissemos.
Ótimo, então como justificar o terror que invade os casais na hora mais bonita da mulher? Vamos conceber que uma mulher compreenda em si a necessidade da maternidade para cumprir com sua evolução pessoal; concebamos ainda ser verdadeira essa premissa; ela deverá então se preparar fisicamente para seu parto. Avaliar com extremo critério suas possibilidades e o que está ao seu alcance: yoga, exercícios similares próprios, preparação emocional, parto na água, certamente facilitarão essa passagem... Em último caso – pois somos radicais na construção dos problemas – se necessário, a cesariana, mesmo não sendo a mais festejada forma de trazer uma criança ao mundo, pode ser realizada com procedimentos próprios a evitar a dor, desde a contração, a cirurgia até o pós-parto.

Um Toque de Sabedoria

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