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terça-feira, 8 de setembro de 2015

REFLEXÕES EPÍLOGAS

Superstição é o nome que o ignorante dá à sua ignorância.”
Yip Man

Consciência Livre

Outra forma de verificarmos os benefícios do Resgate está intimamente associada às questões espirituais. O Resgate, como prática de investigação sempre aberta a avanços e melhorias – eis que um feitio de pesquisa da forma, fundo e transfundo – procura sempre caminhos e recursos para liberar o ser humano de conceitos que obstruem ou entravam seu progresso não apenas externo, mas também no âmbito interno, no que concerne à própria questão anímica, oportunizando à pessoa a escolha consciente, voluntária da forma como anela gerir sua existência com independência.
Consciência Livre
Observemos o caso em particular da tradição kármica como uma “lei” espiritual e até mesmo adotada pela própria física – ou vice-versa, dependendo da premissa de concepção primordial – como ação e reação igual ou similar em força; sendo pragmáticos: aqui se faz, aqui se paga!, para darmos uma abordagem menos complexa e mais focada na porção espiritualista ou ética que rege os ditos “bons costumes” de toda sociedade.
Consciência Livre
Devemos pressupor empiricamente que muita gente ao tomar conhecimento da referida lei do karma não a acha efetivamente eficaz, pois para isso existe a premissa de tempo, cronologicamente falando, eis que muitas vezes essa lei apenas atuará em outras existências, consoante a própria hipótese kármica, e quando a pessoa nem sabe mais pelo que está propriamente “pagando”; por isso muitos preferem escolher seguir a lei do Talião como fator de justiça mais concreta, mais palpável.
Consciência Livre

domingo, 24 de maio de 2015

MISERICÓRDIA x KARMA

Consciência Livre
Não satisfeitos com essas apresentações de controle invisível, e buscando observar atentamente além do karma, deparamo-nos com uma outra manifestação de energia, uma energia cuja função é a limpeza do peso kármico – ou do pecado – através de uma força que vibra em uma escala superior: a Misericórdia, para usarmos aqui um termo que socorre – sem a conotação religiosa, mas na acepção da palavra em sua essência.
Consciência Livre
Independentemente de crenças religiosas, levamos em conta não o fruto nominal que possui peso espiritualista/religioso/místico, mas sim seu poder físico de atuação por liberação psíquica quando da autoentrega, algo pessoal, atitude que, somada ao conhecimento de sua manifestação purificadora de forma singela, no ato da experienciação, liberta em todos os âmbitos pela qual atua. Diferentemente do outro [karma] que pune, essa resolve. Mas não se trata aqui meramente de confiar cegamente e sim permitir-se vivenciar, experienciar e sentir essa manifestação sutil, todavia intensamente libertadora. E, diga-se de passagem, isso pode ocorrer na primeira vez ou depois de uma sucessão de tentativas... (para quebrar o paradigma confortável). Importa é experimentar para ver se funciona e não simplesmente criticar na primeira oportunidade calçada em conceitos mentais.
Consciência Livre

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O USO DE LUZES E CORES

A Lei da Misericórdia é a verdadeira Lei de Deus. Misericórdia significa receber muito além do que merecemos.
É a Lei do Perdão.
Saint Germain

Consciência Livre
Neste tópico em particular, repetem todas as considerações antecipadamente feitas como uso da vontade (tal como abordado na questão regressão). Nossos estudos demonstram que os acessórios no Resgate não interferem e muitas pessoas se encontram em condições tão lastimáveis que excluir determinados suportes pode fazer com que sintam um vazio, uma falta de algo do qual estão tão acostumadas que terminam por entender que não houve conclusão do processo terápico; por isso o emprego de cores em especial a violeta, é muito valorizado.
Consciência Livre
A luz violeta funciona como bálsamo purificador específico, todavia, para os iniciados nos estudos físicos e internos das faixas de luminosidade, é sabido que cada cor possui propriedades específicas e terapêuticas dentro do espectro das sete frequências de vibração conhecidas, existindo ainda outros que não observamos a olho nu, como os infra e ultra.
Consciência Livre
Consciência Livre

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

MISERICÓRDIA DIVINA

Isso é um avanço importante, o S.E.R., oferece a oportunidade de atuar com uma Lei Superior, a Misericórdia. E com a energia da criação/eliminação/transmutação mais respeitada no Universo: A Mãe Divina! A força que atua sem ser forte. A energia que pulsa sem maltratar. A Compreensão e Entendimento através do cálido amor que supera e transplanta qualquer outra Lei máxima, ou a polaridade específica para esta atividade.
Nossa vontade de ser livre das culpas é o suficiente para nos entregarmos a Ela. Ela nos respeita e pede que tudo, todo o nosso lixo interior lhe seja entregue para a libertação plena.

Aqui está entregue uma das grandes chaves para deletar, apagar o carma.

sábado, 22 de junho de 2013

A PURIFICAÇÃO DO REGISTRO

Fazendo uso de sua vontade consciente, no aqui e agora, depois de bem assimilado o cenário pretérito, recolha, traga todo aquele experimento duro e difícil para um espaço que deve ser criado à frente do investigador onde previamente deve estar instalada a frequência vibracional da cor violeta.
Kheóps Justo
Violeta é a temperança, um feliz encontro entre o vermelho e o azul, o masculino e o feminino, a Terra e o Céu, os sentidos e o espírito. A Misericórdia.
A frequência violácea nos permite transcender do sofrimento para o conhecimento[1].
Kheóps Justo
Dentro do espectro de luz coloridas cientificamente podemos constatar que o vermelho se encontra muito próximo do infra e o violeta muito próximo do ultra. Aparelhos específicos podem sintonizar e identificar essas baixas e altas frequências, mesmo que nossos olhos não o consigam. Assim sendo, não importa necessariamente se estamos literalmente enxergando a respectiva cor, mas determinando que ela se instale e atue, pois cientificamente o sabemos: ela existe! Vibre com ela.
Kheóps Justo






[1] Mais detalhes para quem quiser se aprofundar junto ao Livro SER.

domingo, 30 de setembro de 2012

APRESENTAÇÃO - 7


Por tal, verificar-se-á no bojo deste trabalho, material que poderá conduzir a interpretações religiosas, esotéricas ou místicas, mas que foram exaustivamente justificadas junto ao Livro SER, o qual precede este seguimento.
Em assim sendo, entendemos que o Resgate vem trazer a alegria de um trabalho sem dor e sem sofrimento atrelado a uma Lei maior: A MISERICÓRDIA. Não apenas para os outros, mas especialmente para si próprio. E não defendemos isso egoisticamente, mas com a alegria de quem a descobriu.
Ao realizar o Resgate o ser humano passa a cuidar melhor de si; ao cuidar de si estará bem, em estando bem sua aura eletromagnética, seu campo energético passa a vibrar numa oitava distinta a cada registro purificado, e assim, por reflexo, os que estão ao seu redor passam a viver bem também. Isso caridade, isso amor pelo próximo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O "CASTIGO" DIVINO

Sem nos render a esses argumentos repletos de sofismas e retóricas estóicas levantamos a questão do parto.
Dar a luz a um bebê, parir, há muito se defende – estranhamente – ser um castigo celeste para a humanidade, em especial à mulher.
Primeiro, se castigo, não há do que reclamar, resta sofrer e pronto, pena que sem vislumbre de avanço, pois se algo ruim já foi cometido, parir com dor e sofrimento é castigo “divino” e está acabado...
Mas, não acreditamos em um deus que castiga, mas sim na misericórdia, como já dissemos.
Ótimo, então como justificar o terror que invade os casais na hora mais bonita da mulher? Vamos conceber que uma mulher compreenda em si a necessidade da maternidade para cumprir com sua evolução pessoal; concebamos ainda ser verdadeira essa premissa; ela deverá então se preparar fisicamente para seu parto. Avaliar com extremo critério suas possibilidades e o que está ao seu alcance: yoga, exercícios similares próprios, preparação emocional, parto na água, certamente facilitarão essa passagem... Em último caso – pois somos radicais na construção dos problemas – se necessário, a cesariana, mesmo não sendo a mais festejada forma de trazer uma criança ao mundo, pode ser realizada com procedimentos próprios a evitar a dor, desde a contração, a cirurgia até o pós-parto.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A VONTADE É BASE PARA ALGO?

Então, os cenários são fatores não-decisivos, mas sim a VONTADE de não aceitar a dor e o sofrimento como base para o avanço – qualquer que seja.
Ainda não satisfeito com essa avaliação, queremos refutar mais.
Não podemos deixar de considerar com meridiana clareza a força terrível da opressão, seja pelo desejo de poder ou de outro objeto insólito de crueldade; ela pode incutir a dor e o sofrimento torturante a outros. Como exemplo máximo do que queremos expor, temos o caso do Kabir Jesus.
Indiscutível que sofreu dores e padecimentos sobre-humanos, mas atentos aqui, estes foram incutidos por outrem. Jesus – como outros nobres seres – voluntariou-se a passar por isso, sabia o que viria pela frente, tanto que chegou a recusar, pois sua proposta não era sofrer, muitíssimo pelo contrário, era quebrar as leis antiquadas e trazer o AMOR. Isso foi uma ameaça ao poder vigente, ameaça concreta, tão concreta que eliminaram o “mal” pela raiz.
Antes disso, tivemos o caso do senhor Sidarta Gautama; encontrou o equilíbrio somente depois de experimentar a abundância e a ausência. Em ambas as vertentes não havia alegria plena, autêntica, voluntária, mas insatisfação, busca; somente quando encontrou o centro, por força de sua opinião, é que deixou de ser uma possibilidade para converter-se em libertação, ou iluminação.


Mahatma Gandhi, muito questionado, também fez algo similar. No cerne da dor e do sofrimento divulgou a não-violência, a não-dor, o não-sofrimento como caminho.
O mesmo faz até os dias de hoje o último Dalai Lama...

terça-feira, 17 de julho de 2012

O QUERER E A VONTADE COMO CHAVE


Sob essa ótica é o sofrimento e a dor (voluntário ou não) quem conduz à evolução. Mas não nos olvidemos do gráfico que mostramos abaixo onde a doença atuando implica em BUSCA, assim, a chave interna não seria a doença, a dor, mas o QUERER, a VONTADE, eis que há a opção pela inércia (o que também é uma manifestação da VONTADE – mesmo que má-vontade), pois poderíamos sofrer resignados, morrer, sepultar tudo sem evoluir.
Quem não padece da saúde também precisa QUERER evoluir para sair adiante; a única diferença (gritante, por sinal) é que sem sofrimento.
   
Assim sendo, começamos a enxergar um fiapo de conclusão de que é possível evoluir sem dor nem sofrimento, basta QUERER, logo a VONTADE seria o ponto matemático do avanço com ALEGRIA; essa vontade, opcional, está intimamente ligada ao próprio saber de si, ou ao conhecimento de que tal postura, dessa tomada de decisão, liberta, pois alguém, ainda imbuído pela circunstância, pode estar num cenário de imensas dificuldades e saber evoluir sem sofrer ou vivendo em abastança e sofrer horrores internamente para alcançar seu avanço ou libertação.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O "DRAMA" COMO INIMIGO

Mas o que impulsionaria o primeiro se tinha de tudo? Bem, a ganância não existe, pois no experimento não há esse tipo de comparativo para tal época. A única possibilidade que se apresenta seria a de querer facilitar mais ainda o que já é fácil, ou seja: o modo de caçar, cozer, de habitar; com ausência de necessidades que fazem o sofrimento e que geram dor, mas, eis aí o fator de novo: se o primeiro, por exemplo, acaba descobrindo que sua caverna pode melhorar é porque ela não estava 100% boa!
Se percebe também que a flecha é melhor que o machado e mais segura que a lança é porque existia algo inconforme.
Sim, mas o fator marcante é que o primeiro, mesmo percebendo possibilidades de melhora não dramatiza, não sofre, não se identifica com a possível “dificuldade” como um problema a ser valorizado, mas apenas enxerga avanços e melhorias como algo natural, gostoso, ALEGRE; ou ainda, uma oportunidade. Regozija-se com suas descobertas.
Então seria a alegria um mero estado de espírito? Não necessariamente, mas sim uma opção. Sigamos.
Se eventualmente viesse a não mudar, aí sim o primeiro Homem da Caverna poderia sofrer, pois estaria de posse de um conhecimento que não foi colocado em prática, assim, sabia da possibilidade de avanço e por algum quesito não o alcança.
Pois nos dizem que a necessidade é a mãe das invenções, mas não do sofrimento. Todavia, o mesmo não é órfão. Seria o sofrimento uma invenção do ser humano ou de criaturas além de nosso alcance cerebral terreno? É algo para ser pensado futuramente...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

GRÁFICO DA PRÉ-HISTÓRIA


Num primeiro momento a comparação com algo melhor e/ou com um cenário pior.
Avaliemos o gráfico a seguir:
Isentemos agora, o experimento Homem da Caverna do implante da CULPA atrelada ao homem contemporâneo, para que possamos filtrar a proposta de maneira isenta dos conceitos mentais que surgiram no curso da humanização.

Assim sendo, temos que, de uma forma ou de outra, os dois evoluíram ou não. Suas experiências eram distintas, mas abocadas ao mesmo contingente, qual seja: SOBREVIVER! Um tinha tudo e estava bem sortido, ao passo que o outro não. Fica claro o que impulsiona o segundo: a NECESSIDADE, ou melhor – ou ainda, pior – o sofrimento.

terça-feira, 12 de junho de 2012

A SABEDORIA LIBERTADORA DA ALEGRIA – A MISERICÓRDIA


INTRODUÇÃO

“Quem não vem pela dor vem pelo amor”.
(?)

Para quem nunca teve o cuidado de pesquisar, a “máxima” acima pode parecer um trecho imaculado e sagrado da Bíblia, ou do espiritismo, da Torah, Alcorão, Upanishads, Talmud, ou de qualquer outro livro tido como sagrado ou ainda de um grande filósofo da humanidade.
Ocorre que não passa de um ditado popular inspirado por algum eterno sofredor que buscava algum tipo de caminho e deve ter passado horrores e por isso desistiu da felicidade como caminho único, abrindo a bocarra para soltar coisas do gênero num espasmo de frustração.
Esse tipo de frase mundialmente conhecida acaba se tornando uma espécie de lema nos lábios de muitos tipos tidos como esclarecidos e que propagam um “conhecimento” estranho e adulterado, semeando, implantando sugestões mentais na cabeça dos menos avisados que compram ledamente esse tipo de engano e o multiplicam como se verdade fosse.
Queremos com esse estudo, desmistificar esse “ditado” e semear uma nova ideia: ALEGRIA, independentemente de qualquer coisa.
A dor e o sofrimento não têm o condão de trazer a consciência. Somente do amor, da alegria, pode-se advir uma consciência plena. Se há dor, ainda não há consciência. Sofre-se por algo que se desconhece. Esse gênero de sofrer não conduz a nada, tendo em conta que quem sofre por ignorância sequer sabe que não sabe e, por tal, continua a sofrer. A ignorância é o sofrer. A sabedoria libertadora da alegria conduz 1º à liberdade e, 2º à consciência – ou vice-versa.
O conhecimento, o saber, liberta; enquanto não se sabe que se pode evoluir sem dor e sem sofrimento, com alegria em espírito e em corpo físico, o ser humano continua preso na ignorância da dor.
Essa consciência, esse conhecimento se alcança sozinho através da busca pessoal, voluntária, mas também pode ser conseguida através de ajuda, todavia, em ambos os casos, necessário é estar atento, querer e buscar.
Os implantes de dor e sofrimento que se encontram atuantes na humanidade desde tempos antediluvianos, geram no indivíduo fortes comoções, dentre elas a culpa por ser um erro vivo, pelo cometimento de uma falta dentro dos parâmetros éticos e morais vigentes e a necessidade inerente de purgá-la através dos martírios e atos de contrições a fim de se alcançar uma paz prometida e com ela a liberdade. Como somos de natureza dada a evoluir, evidentemente possuímos falhas e estas, atreladas aos implantes em questão de sugestões mentais, culminam na condução da pessoa a um círculo vicioso de dor e sofrimento inacabáveis em prol de uma felicidade que nunca se permite alcançar. Ser feliz seria um pecado.
Tristeza
Um ser que se permite estar feliz, mas não está ciente dessas artimanhas, está fadado a cedo ou tarde também cair na teia ardilosa e grudenta da dor e do sofrimento, pois o fato de não saber delas, não implica diretamente que as mesmas não atuem por força holopensênica, uma egrégora psíquica, um campo mental de costumes dogmáticos  disseminados no globo planetário, tal como o bater involuntário do coração.
Ter consciência desse cenário doído e não permitir que ele atue, não é colocar-se indiferente ao mesmo, mas ter percepção plena do todo no projeto de escape planetário.
Aqui introduzimos a questão maior desse conjunto de argumentos: Poderíamos então nos indagar se não seria, de fato, a dor e o sofrimento efetivamente a mola impulsionadora desse despertar consciencial? Mas, em assim atuando, não estaríamos também excluindo o AMOR a MISERICÓRDIA da fórmula máxima (É possível avançar através do amor)?
Por mão da dor e do sofrimento só se desperta se se despertar também a chama do inconformismo que revoluciona e assim se rompe a influência do implante de sugestão – para o caso específico.
Afinal, de onde vem a dor e o sofrimento? Quem a gera? Como sabemos sofrer? A resignação apática não alavanca ninguém, mesmo no mais profundo e mortal sofrer.
E, por outro lado, como saber estar plenos, felizes, evoluídos ou necessitados de evolução? Se não há comparações (eis que nossos mestres e gurus também envelhecem adoecem e morrem - e muitas vezes em total miséria) e possibilidades, desconheceríamos outras portas melhores (ou piores) para tal ou qual realização. Somente assim pode haver o livre arbítrio da ESCOLHA, da OPÇÃO voluntária. Resta saber as consequências dessa escolha; se me é subjetivamente agradável ou não, para ser ou não agradável para o coletivo dentro de suas particularidades coletivas.

Um Toque de Sabedoria

Um Toque de Sabedoria
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