Saudações Cordiais! Deixo neste espaço um pouco do que vivi e aprendi para que você possa apreciar e participar comigo, com carinho e simplicidade. Se existe um objetivo filosófico por trás deste Blog, certamente não é o de criar doutrinas, mas quem sabe, criar pessoas, seres humanos maduros, conscientes de si e capazes de buscar o conhecimento que liberta. Bom proveito! KHEÓPS JUSTO.
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quarta-feira, 28 de março de 2018
A CONSCIÊNCIA E O KARMA
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sábado, 14 de outubro de 2017
ENCARNAR EM SI MESMO
Salve, gente bacana!
Algumas pessoas que possuem uma inquietude dentro de si, são capazes de fazerem perguntas tão profundas quanto espantosas.
Uma dessas perguntas que chegou até nós é sobre o reencarne e a consciência, a transmigração, entrantes, trocados e coisas do gênero. Pessoas preocupadas se ao saírem em Astral terão seus corpos invadidos por outros seres ou criaturas. Práticas apométricas seriam bem guardadas e vigiadas? Conseguiríamos um momento de "férias" do corpo físico para podermos nos recuperar energeticamente em outra faixa de dimensão vibracional?
Perguntas assim nos deixam repletos de alegria por sabermos que existe interesse em sair adiante além do mundo da matéria.
Nisso encontramos um trecho da obra "Mãos de Luz", em que o personagem conversa com uma inteligência avançada e nesse diálogo, uma nova opção é revelada, a possibilidade de reencarnar em si mesmo!
Como seria isso? Em que momento se daria, para quê?
Ao que nos consta, seria uma oportunidade consciente de otimizar reencarnes futuros no mesmo corpo com um nível de consciência distinto, duas consciências no mesmo corpo em transição até que uma absorve a outra de maneira gradativa e sem conflito, eis que a mesma pessoa. Confiramos aqui o trecho em que esse diálogo se desenvolve:
David: “Que significa reencarnar
dentro do mesmo corpo?”
Heyoan: “Num sentido, e aqui
precisamos apelar para uma metáfora, você se reúne com os seus guias
espirituais antes do nascimento e escolhe os seus pais; escolhe um grupo de
realidades prováveis; escolhe trabalho para fazer; e escolhe um conjunto de
energias, que construirão um corpo. Em certo sentido, você separa uma porção do
seu Ser Maior, toma essa consciência e cria um corpo com ela. Escolhe seus pais
e as qualidades físicas que deles herdará.
“Você se senta e escolhe tudo
isso com um propósito específico. Se, numa determinada existência, completar
esse propósito e alcançar certa meta, será sempre muito fácil acrescentar outra
existência. Você simplesmente entrelaça a nova consciência, que pode ser usada
no corpo seguinte, com o antigo corpo e a consciência antiga.
“Assim, terá feito bem o seu
trabalho e, à medida que funde a nova consciência no ‘antigo corpo’, encontra
muitas mudanças ocorrentes, pois está agora integrando os dois.”

David: “Eles já estão
integrados.”
Heyoan: “Com efeito, Não é uma
coisa maravilhosa? Quando morre ou, como preferimos dizer, quando parte ou
deixa cair o corpo, e já não necessita dele como instrumento de transformação,
transmutação e transcendência, você não precisa criar outro. O corpo é um
instrumento, um veículo que você criou para focalizar determinados pontos
dentro do eu que deseja transformar de um modo muito eficiente. Todos os
sistemas do corpo são construídos precisamente para essa transformação. Você o verá
no trabalho, no sistema nervoso, no funcionamento automático do corpo, até no
funcionamento das células dos ossos. Descobrirá que cada porção do corpo é um
instrumento delicado e belo para uso da transformação. Não é um fardo. É um
dom. Infelizmente a maioria dos seres humanos não o compreende.
“Se voltarmos a usar a metáfora
de sentar-se a uma mesa de conferência conosco para escolher a sua vida, você,
a maior porção de você, que não está completamente encarnada (e nós precisamos
dizer que você não pode fazê-lo de maneira alguma), a maior porção de você
decide se o melhor lugar de que dispõe para o próximo trabalho de transformação
é ou não é um corpo. E quando tiver feito pleno uso desses veículos físicos,
sejam eles quais forem, terá terminado o giro da vida e da morte, como lhe
chamam, ou a roda de encarnações no plano físico. Você, simplesmente, já não
precisa desse instrumento para separar um tempo linear, nem de um espaço
tridimensional que lhe facilita a visão dos pontos determinados que deseja transformar.
É nesse ponto que você decide — você, o você maior, e você é uma grande alma,
muito maior do que a porçãozinha encarnada. Você então decide se vale ou não a
pena, digamos assim, utilizar o corpo físico. É mais ou menos como apanhar uma
enxada ou um ancinho. O jardim ainda precisa ser limpo com um ancinho? Nesse
caso, por que não usar o ancinho, em vez de usar, digamos, a mão?”

David: “E depois que terminamos
nossos giros de encarnação no plano físico?”
Heyoan: (...) “Sua realidade física está agora
passando para a fase seguinte, onde a transformação já não focalizará a dor. A
transformação e o tratamento futuro abrangerão o movimento, a música e a arte
de forma criativa. O tratamento vira criatividade à proporção que nos movemos para
a luz e a retemos dentro de nós. À maneira que se dissipa a escuridão, o
processo de transformação torna-se mais um processo de criatividade do que de
cura.”
Um abraço fraterno.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
O PERÍODO INTERMISSIVO E OS IMPLANTES LIMITANTES
Salve, gente bacana.
Objetivando sempre trazer material que nos auxilia no despertar consciencial de forma livre e desobstruída, é que divulgamos o vídeo abaixo de uma Sessão de Terapia Repsicon, onde o tema abordado em gabinete foi O PERÍODO INTERMISSIVO e os IMPLANTES.
Uma visão solta e detalhada do que ocorre com as pessoas no pósdesencarne e no pré-encarnatório, crenças limitantes, conceitos que abrem espaço para que implantes mentais, filosóficos, espiritualistas, kármicos sejam incutidos na memória e que faz agir e ter condutas não genuínas.
Liberdade Consciencial agora e já!
Desperta Consciência!
Sejamos felizes e façamos felicidades.
Bom proveito a todos.
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domingo, 8 de janeiro de 2017
Codex Bezae e a Liberdade Consciencial
Salvem, gente bacana!
Buscando sempre enriquecer nosso conhecimento, que é uma chave importante de libertação consciencial, trazemos aqui uma máxima do apócrifo de Lucas, onde se transcreve:
"Homem, quando sabes realmente o que fazes, bem-aventurado és tu; mas se não, és amaldiçoado e um transgressor da lei." (Evangelho de Lucas - 6,5 do Codex Bezae).
Em uma análise livre, podemos chegar à ilação de que quando a pessoa possui consciência das coisas, pode realizar os atos sem receios de cometer equívocos calcados em pecados ou em karma, eis que está plenamente ciente de ações e reações.
Todavia, ao passo em que não tem a "bem-aventurança" do saber, seria então "amaldiçoado" pelo peso da culpa firmada em emblemas sociais, familiares, espiritualistas que incutem à moral e à ética dos princípios viciados uma necessidade de punição, seja ela formal ou íntima.
Então, percebemos que mesmo nos antigos períodos da história da humanidade, encontram-se alertas e mais dicas para o despertar de nossa liberdade consciencial, muito embora muitos queiram ocultar tais permissões sob o pálido de entender que a ignorância é o melhor para o ser humano.
Sejamos felizes e façamos felicidades!
terça-feira, 15 de setembro de 2015
“Foi o karma!”

Outro ponto que não ajuda muito a questão kármica como órgão de justiça é quando algo terrível ocorre a uma pessoa numa determinada existência, a justificativa forçosa e pouco lógica é: “Foi o karma!” Nada mais resta então do que resignar-se com a tragédia já ocorrida e cuja compreensão e entendimento se dá à posteriori vindo suprir uma lacuna única e meramente como consolo. Não se permite outra opção.
O Resgate, por sua vez, vale-se da tônica de evitar essa conduta programada e de raciocínio curto indo além; busca a purificação dos registros pretéritos (e provavelmente futuros) por conduta antecipatória trazendo não apenas a compreensão e o entendimento dos motivos pelos quais algo trágico poderá vir a ocorrer – ou, em muitos casos, durante sua vigência – por via da limpeza do dito karma e do pecado (e ainda de distúrbios psíquicos – desde que haja consciência do Consulente) com a atuação de todo o procedimento intrínseco do próprio Resgate em si como uma espécie de instrumento de conexão com o Íntimo, o Eu superior de cada pessoa, restabelecendo com a erradicação da polarização, a individualidade plena, absoluta, a qual, por sua vez, desarraiga – ou evita com um salto misericordioso a frequência da justiça; onde há justiça, não há consciência, não há misericórdia.
Essa mesma ação da pessoa que sai adiante na ânsia de se resolver de alguma maneira significativa, preenche satisfatoriamente o limbo existencial e filosófico do indivíduo.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
REFLEXÕES EPÍLOGAS
“Superstição é o nome que o ignorante dá à sua ignorância.”
Yip Man
Outra forma de verificarmos os benefícios do Resgate está intimamente associada às questões espirituais. O Resgate, como prática de investigação sempre aberta a avanços e melhorias – eis que um feitio de pesquisa da forma, fundo e transfundo – procura sempre caminhos e recursos para liberar o ser humano de conceitos que obstruem ou entravam seu progresso não apenas externo, mas também no âmbito interno, no que concerne à própria questão anímica, oportunizando à pessoa a escolha consciente, voluntária da forma como anela gerir sua existência com independência.

Observemos o caso em particular da tradição kármica como uma “lei” espiritual e até mesmo adotada pela própria física – ou vice-versa, dependendo da premissa de concepção primordial – como ação e reação igual ou similar em força; sendo pragmáticos: aqui se faz, aqui se paga!, para darmos uma abordagem menos complexa e mais focada na porção espiritualista ou ética que rege os ditos “bons costumes” de toda sociedade.
Devemos pressupor empiricamente que muita gente ao tomar conhecimento da referida lei do karma não a acha efetivamente eficaz, pois para isso existe a premissa de tempo, cronologicamente falando, eis que muitas vezes essa lei apenas atuará em outras existências, consoante a própria hipótese kármica, e quando a pessoa nem sabe mais pelo que está propriamente “pagando”; por isso muitos preferem escolher seguir a lei do Talião como fator de justiça mais concreta, mais palpável.

quinta-feira, 2 de julho de 2015
LIVRE ESCOLHA

O conhecimento, o saber é fundamental para a quebra desses paradigmas que prendem e limitam a pessoa com crenças e implantes mentais dogmáticos. O karma é uma ferramenta incrivelmente poderosa manipulada por seres sem escrúpulo algum com grande capacidade de atuação em dimensões frequenciais diferentes do plano físico, mas que infelizmente, não é pelo fato de não as enxergarmos é que não existem ou pior, não atuem. Esses seres se enfeitam de luzes e de entidades disseminadas nas religiões diversas (e até mesmo nos céticos e ateus) e os fisgam exatamente naquilo que crêem (ou crêem que não crêem) e, com grandes pulsos e fluxos de energia e convencimento psicológico, hipnótico, induzem a humanidade a eternos retornos e recorrências reencarnatórias, quando na verdade, nosso Verdadeiro e Real Ser Interno, não age dessa forma.

Somos livres para escolher o retorno, o reencarne e onde o fazer, como será, como se dará, por LIVRE ESCOLHA, uma opção, voluntária de conexão pura com nosso Ser. Ao nos abordarem no processo transitório do desencarne antes do período intermissivo, ainda estamos presos por muitos laços de energia densa que criamos enquanto encarnados: sentimentos, emoções, saudades, dores, apegos, ódio, alívio, esperanças, expectativas, culpas e até ocorrer a liberação plena desses valores incrustados no corpo astral e mental por sucessões de reencarnes e experiências existenciais, somos abordados por essas criaturas estranhas e alheias ao nosso universo particular que nos conduzem a “julgamentos” homéricos, “liberações” de grilhões e cruzes, e nos “oportunizam” o perdão com a sutil proposta de reencarnar com compromissos “maravilhosos” assinados nas próprias costas que criam um círculo vicioso de peso culminando em escravidão longeva de nossa essência de luz que passa simplesmente a trabalhar como vassala proporcionando uma farta gama de lucros e valores de interesses dessas entidades ditas como “anjos”, “guardiões de umbral”, “avatares”, “mestres da luz”, “juízes”... quando na realidade não passam de seres multidimensionais, alienígenas sem qualquer senso de humanidade na acepção da palavra, os quais se interessam unicamente pelo que podemos oferecer no vasto pasto chamado Terra.

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quarta-feira, 24 de junho de 2015
GANCHOS DA ILUSÃO
O karma como imposição de rédeas para controlar uma humanidade desenfreada em suas atitudes mais cruéis, vis e sanguinárias, foi necessário ser imposto (sim, imposto) garganta abaixo das pessoas – tal como o pecado, eis que o karma é oriental e precisávamos de um controle mente/emoção também para nós cidadãos do ocidente. O medo do sobrenatural ou do que poderia acontecer com quem fosse “ruim” na pós-morte foi implementado gradativamente com sementes de condutas filosóficas, ética e moral. Em uma primeira instância, regrou as condutas sociais tornando-nos mais mansos e coabitáveis. Com o passar do tempo e com as constantes influências manipulatórias de interesses vindos de diversas fontes terrenas e extra, culminou em desastres religiosos e fanatismos mortais.
Todavia, os ganchos da ilusão vão mais profundamente ao cerne da psique do ser humano. E isso é fácil de entender, pois somos pessoas com características pessoais diferentes e isso dá palco para férteis e variadas crenças limitantes.
domingo, 31 de maio de 2015
SÍNDROME DE HOUDINI
Com essa espécie de revelação, constatamos como toda atividade do Resgate está intimamente atrelada à purificação dos registros kármicos, conceitos, pecados, implantes, memórias celulares impactadas por marcas psíquicas que desequilibram o corpo físico causando prejuízos de toda ordem.
Tais prejuízos estão amplamente relacionados com as atividades terrenas e as influências multidimensionais: saúde, relações afetivas, finanças e com as obstruções de campos de energia superiores sutis que vibram em escalas distintas da tridimensionalidade e que oferecem condições mais salubres para a existência consciencial.

Muitas pessoas já não conseguem mais se submeter a contínuos processos de “cura” ou “libertação”, por estarem esgotadas mentalmente e saturadas de fracassos sucessivos em sua vida o que culmina na triste blindagem de seus sentimentos e emoções que fecham o que há dentro (impedindo a saída e entrada) e evitam o que há fora (com os mesmos efeitos danosos).
Essas pessoas caíram na seara do ceticismo crônico e não encontrarão tão cedo a saída pelas vias metafísicas, mas tentarão de todas as formas irem desmascarando este ou aquele trabalho revolucionário como se todos fossem parte do mesmo pacote de malandros e interesseiros oportunistas até encontrar algum que resolva por elas. Se seguem, uma hora encontram.
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domingo, 24 de maio de 2015
MISERICÓRDIA x KARMA
Não satisfeitos com essas apresentações de controle invisível, e buscando observar atentamente além do karma, deparamo-nos com uma outra manifestação de energia, uma energia cuja função é a limpeza do peso kármico – ou do pecado – através de uma força que vibra em uma escala superior: a Misericórdia, para usarmos aqui um termo que socorre – sem a conotação religiosa, mas na acepção da palavra em sua essência.
Independentemente de crenças religiosas, levamos em conta não o fruto nominal que possui peso espiritualista/religioso/místico, mas sim seu poder físico de atuação por liberação psíquica quando da autoentrega, algo pessoal, atitude que, somada ao conhecimento de sua manifestação purificadora de forma singela, no ato da experienciação, liberta em todos os âmbitos pela qual atua. Diferentemente do outro [karma] que pune, essa resolve. Mas não se trata aqui meramente de confiar cegamente e sim permitir-se vivenciar, experienciar e sentir essa manifestação sutil, todavia intensamente libertadora. E, diga-se de passagem, isso pode ocorrer na primeira vez ou depois de uma sucessão de tentativas... (para quebrar o paradigma confortável). Importa é experimentar para ver se funciona e não simplesmente criticar na primeira oportunidade calçada em conceitos mentais.
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domingo, 17 de maio de 2015
O CARMA
“Abandonar voluntariamente causa, efeito, registros... para alcançar a liberdade e ascensão.”
Mark L. Prophet
Quanto ao carma e sua função, poderíamos simplificar aqui ter uma origem profunda e complexa onde diversas tradições milenares se fiam para reger suas condutas morais como um regramento ético social e mais que isso, espiritual. Outras correntes entendem o carma como uma espécie de Conselho de Juízes Evoluídos, que não mais possuem função nos dias atuais, permitindo que a humanidade flua por sua própria égide.
Partilhamos, por ora, em função de nossas próprias conclusões e experimentos particulares, diga-se de passagem, que o carma é um imenso e intenso processo energético com egrégora funcional específica, programada com o fito único de julgar e sentenciar, por via de seus superiores regentes da justiça como fonte de equilíbrio humanitário dimensional e em especial terrena.
Essa forma de energia vibra em uma determinada escala. Tal como o pecado e a virtude de segmentos religiosos, veio sendo construída e implantada, não como um meio de equilíbrio – balança da justiça -, mas como o terror do inferno, da dor e do sofrimento, ou pior, para algumas mentalidades deturpadas e degeneradas, como uma “vingança” tardia, mas com gosto de troco, ou ainda punição aos malvados concebida por covardes ou pelos fracos e oprimidos pela atuação bruta inconteste.
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