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domingo, 7 de maio de 2017

"PASSA LÁ, VAMOS TOMAR UM CAFEZINHO!"

As Promessas do dia a dia

Temos o agradável e cordial hábito de realizarmos pequenos gestos de amabilidade formal com pessoas que conhecemos.
Depois de um encontro em que há muito não nos víamos fazemos o famoso convite para que a pessoa compareça em nossa casa para um cafezinho, um chá, um filme... uma visita.
Consciência Livre 
Esse tipo de convite em verdade acaba sendo simplesmente por força de hábito, cultura, reflexo automatizado, pois em verdade jamais imaginamos de fato que essa pessoa irá aceitá-lo e comparecer em nossa casa hora dessas para cumprir com o convite e ter umas horas de bate papo informal. Coisa que sequer se cogita, pois assunto em comum nem temos com dita pessoa. Pessoa essa que mal conhecemos e que eventualmente encontramos. Repleta de obrigações e afazeres.
Consciência Livre
Sem perceber estamos o dia todo, a semana toda, mês, anos a fio fazendo pequenas promessas às pessoas que jamais vamos ou queremos honrar. Pequenas ligações energéticas que muitas vezes são cobradas quando do reencontro: "Você disse que passava lá e não foi!"; o que, por sua vez, gera a necessidade de uma mentira. "Verdade, mas estava tão ocupado que não deu!".
Assim as pessoas que querem seguir uma linha tida como espiritual se enroscam em pequenos engôdos sem perceber e vão se enleando umas às outras sem notar. Querem ser baluarte da transcendência e agem com plena inconsciência; querem entender o máxi, quando o micro é quem os derruba, acumula, estressa.
Quando seus arquivos pessoais se abrem com certas urgências, uma espécie de novelo denso e escuro se apresenta em seu universo particular. Desse novelo, muitas dessas pequenas promessas diárias estão ali, amarrando pessoas com pessoas à pessoas.
Consciência Livre
Temos vergonha de que a pessoa se apresente de fato em nossa casa e constate o que somos mais de perto. Nosso habitar natural, nossa sujeira, roupas, casa, filhos, animais, companheiro... Expor uma roupa jogada à beira do tanque ainda por lavar, o piso molhado, as marcas de barro do cachorro, a criança choramingando, é uma exposição que não queremos nos dar ao luxo de revelar. Mesmo que a pessoa ligue combinando o dia e hora para aceitar o convite, nós mesmos arranjamos uma desculpa esfarrapada qualquer para desviar desse "problema" que se arranjou. Mentiras escorrem da boca com muita naturalidade, sem escrúpulo religioso algum.
Afinal, não há como sobreviver em uma sociedade sendo 100% sinceros. É uma questão de vida!
Consciência Livre

Então, por que insistimos em continuar a fazer convites cordiais que, além de promessas, não passam de mentiras?
Precisamos mostrar que estamos bem.
Temos a necessidade de nos apresentar como pessoas educadas e bacanas.
Ser gentil não custa nada, é de graça. Mesmo que uma farsa.
Os canais de relacionamento virtuais são repletos disso.
As fotografias de perfis nos espantam e fazem questionar se aquela pessoa é ela mesma, eis que a conhecemos e em nada se parece com aquela imagem. Sorridente, produzida, maquiada, em momentos tão incríveis da vida que sequer se lembram de viver aquele momento como uma comunhão particular consigo mesmo., ou com algo superior tão procurado e que passa despercebido exatamente no instante tão planejado o ano todo.
A necessidade de expôr aquele milésimo de instante de "felicidade", "vitória", "sucesso" é implantada em nossa conduta como algo premente. O Sistema assim o exige, uma ilusão, doce e falsa ilusão do sorriso "flash" que desmonta imediatamente após o clique.
Consciência Livre
A amabilidade é um gesto natural, não algo implantado como educação formal vinda da cultura ou dos Conceitos de boa conduta social. É perceptível quando a pessoa age de maneira simples e serena, de quando se impõe um abraço que "dá choque", um beijo sem tocar, um cumprimento frouxo, um tom de voz irônico.
As pessoas querem treinar habilidades paranormais, para se destacarem do convencional e não para um benefício maior.
Chegará o instante em que todos seremos telepatas. Será a ruína da sociedade? Quem conseguirá esconder então a verdade por de trás de um simples:
"Passa lá, vamos tomar um cafezinho!"? 
Consciência Livre  

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

SEJAMOS LIVRES!

Importa frisar à esta altura, que quando NOS resolvemos, gera a impressão de que todos ao nosso redor mudaram... Todavia, eles apenas deixaram de cumprir com a função de serem nossos instrutores, nossos treinadores..., concluindo que, afinal de contas, quem muda somos nós mesmos.
Devemos investigar essa possibilidade tal como uma utopia pragmática. Nesse paradoxal conhecimento que foi autorizado a ser revelado e que a cada dia se torna mais e mais simplificado.
Sejamos! Aos sermos, na acepção da palavra, passamos automaticamente a sermos filantropos, fraternais, amáveis, solidários, conscientes de cada uma dessas condutas. O “sistema” que rege o mundo não nos alcança mais, bem como outras leis menores, pois o praticante passa a ter conhecimento, Compreensão e Entendimento. Nível de Ser e de Saber. Tem a ferramenta e sabe usá-la! E com isso atua em sua existência e vida com serenidade sem complicações.

Trata-se de uma mudança vibracional que por si só, pelo procedimento opcionalmente voluntário, afasta toda a densidade dos registros.

Sejamos Livres!

domingo, 2 de setembro de 2012

CONCLUSÃO - SEMPRE EM ABERTO

“A energia da alegria deve ser usada como manifestação Crística.”
Serapis Bey

Se o conhecimento, o saber é uma espécie de chave para o despertar da ignorância sofrível, aqui está então esse pretensioso trabalho com o simples fito de escorraçar de vez essa estrutura densa que nos solapa a alegria do viver.

Temos ainda muitas outras reflexões a abordar, tais como a do Caos e da Ordem, seriam um caminho para um fim? Para uns o CAOS é ruim, ao passo que para outros é belo. Para uns a ORDEM é chata, para outros adequada. Ainda verificamos que o sofrimento é uma coisa a dor outra, mas um pode conduzir a outra e vice-vesa. Mas, o sofrimento estaria sempre ligado a uma ação egoica? E no que concerne a inocência, existiria ausência de sofrimento na condição de inocência?
Mas, dentre todos os questionamentos agora levantados e que não foram aprofundados – quiçá futuramente – advém um dos maiores e que já foi palco para muitas discussões acaloradas: De onde efetivamente surgiu o sofrimento?
Ainda não nos foi permitido alcançar essas oitavas, mas sabemos que alguém as sabe...

O que nos importa agora é estarmos bem-resolvidos com o que pretendemos saber. Pois muitas coisas ainda estão ocultas entre o universo externo e o nosso pequeno mundinho orbitante no espaço sideral que poderia nos levar a um colapso psíquico e emocional, coisas que nos deixam de mãos físicas atadas. Às vezes a ignorância pode ser bendita, mas discordamos disso imediatamente, pois sabemos que ignorar é sofrer e assim não podemos nos preparar adequadamente.
 
Estar bem-resolvido é atrair para si, e consequentemente para os outros, faixas de vibração que conduzem a um avanço simples e descomplicado. Nos invita a soluções. As pessoas estão se esquecendo como é responder simplesmente “sim” ou “não”, são possuídas por uma premente necessidade de complicar o que é simples... tal como a felicidade o é.
De posse de tal informe, cabe ao leitor a análise final, pois este trabalho não mais nos pertence, já pertence ao todo humanitário. E, se ainda assim alguém conseguir encontrar alguma circunstância a qual venha a justificar o sofrimento como veículo adequado ao avanço, pois que a escolha para si e tente viver com ela.
A nós não admitimos essa possibilidade, eis que já a estudamos, já a vivemos, já a sentimos. Sabemos que a dor e o sofrer existem e que passamos e passaremos por ambos, mas daí a permitir que essas estruturas nos libertem é um passo muito perigoso e longínquo, sem contar que sofrível.
Até a próxima.
Kheóps Justo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A MÔNADA E O DESPERTAR DA ALEGRIA

Mas seria insipiente por demais consideramos esta única alternativa como resposta. Para nos aprofundarmos mais na questão, que não é simples, implica aventarmos à memória pretérita de que em um determinado momento da existência tínhamos indubitável certeza da alegria. Poderá nossa Mônada, nosso SER, fazer despertar em nós essa vontade reminiscente de quando fomos completos e conduzir-nos a essa misericordiosa possibilidade?
O SER pode muito, afinal... Será que esses mesmos pensamentos não seriam assinaturas de seus sinais impulsionadores?
Mantendo a linha; acreditamos e defendemos a Misericórdia como ferramenta de lei atuante acima do carma e do pecado, mas o que de fato foi categórico na condução de tipo tão distinto – ou tardio – de despertar a ponto de discordar agora desse programa antigo e bem disseminado na mente? Seria nossa essência atuando finalmente ou a dor e o sofrimento já insuportáveis que nos fazem escutar hoje o que ouvimos há eras?
 
Hoje, ao se ler com atenção, ouvir, assistir eventos, mensagens, podemos alcançar essa sabedoria libertadora – depois de tanto tempo – mas como é que se chega a esse estado primeiramente, a seco e sozinho, sem suporte algum desses gêneros?
Indagamos ainda mais, contra nós mesmos: Qual a força motriz que gera a inquietação que conduz à liberdade?

Um Toque de Sabedoria

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