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domingo, 27 de agosto de 2017

ESTUDO SOBRE AUTOSSABOTAGEM

Salve, gente bacana!
Em 13 de março de 2015, realizamos um estudo sobre a Autossabotagem...
Queremos agora partilhar e dividir aqui nossas percepções a respeito com todos vocês.
Um fraterno abraço.

ESTUDO SOBRE AUTOSSABOTAGEM
A atuação do processo de autossabotagem pode ser considerada uma ORDEM SUBLIMINAR de nosso inconsciente que: ou está satisfeito com o que tem e não há interesse em buscar outras “aventuras” em função apenas de comparações com terceiros; ou encontra-se aprisionado pelo temor de sair de uma espécie de zona de conforto a qual mantém a pessoa “segura” no estágio em que se encontra.
Consciência Livre
No primeiro caso a pessoa acaba se machucando (às vezes literalmente) por sofrer em função da incerteza do que quer ou ser. Estar pleno com pouco é o que basta para si, ocorre que os outros querem sempre mais e o “melhor” para nós e por nós.
No segundo o temor de perder o que se tem (mesmo que pífio) não permite sair adiante, todavia neste caso, a própria pessoa está insatisfeita, mas não se permite arriscar, ousar.
Mas e a autossabotagem e sua atuação?
É preciso evidenciar se sua atuação é isolada ou alicerçada basilarmente pela PREGUIÇA a qual mina, “sabota” propriamente, qualquer pretensa iniciativa que eventualmente se proponha a fazer. Mas quem gosta disso é a própria pessoa que, outorga a esse terceiro a culpa pelo fracasso – considerando essa hipótese da preguiça.
Consciência Livre
Agora levemos à avaliação o caso de um pai de família que passa sua vida tentando de “todas” as formas conseguir recursos financeiros para adquirir, por exemplo, sua própria casa e não o  consegue. Observemos que não se trata de uma casa qualquer em uma vila popular, mas busca uma casa dita decente em um bom bairro (esse seu sonho). Não é tão exigente ao ponto de querer uma mansão.
Sua atividade profissional não oferece por si só tais recursos; apostar em loterias, uma quimera; financiamentos repletos de obstáculos; empréstimos negados; parcerias recusadas... e uma gama de barreiras fantásticas e absurdas que conduzem ao desgosto, decepção e fracasso.
Consciência Livre
Então indagamos: Seria o fator preponderante em um caso desses a busca pelo melhor? Como alguém que quer o melhor para si e para os seus se autossabota ou está com preguiça de vencer honestamente se o resultado de tudo será mais conforto e alegria?
Mas não estacionemos por aqui, precisamos observar mais.
Consideremos agora o jovem que almeja o melhor a sua saúde... Ao buscar uma atividade física “sempre” lhe ocorre um cenário que inviabiliza ou dificulta, impossibilita até mesmo corporalmente a prática de um exercício – e nem sempre é atrelado a dinheiro – uma série contínua de lesões ou machucados que se revezam pelo corpo ao passo que vão sendo tratados; machucados dos mais ridículos e improváveis, os quais culminam na “necessária” paralisação ou até mesmo impossibilitação do simples deslocar-se: dor nas costas; braços; pernas ou contínuos processos de gripe, alergias; compromissos que lhe furtam horários das práticas; fechamento das academias e outros fenômenos do tipo.
Consciência Livre
Porque haveria prejuízo em manter a forma? O que efetivamente estaria ocorrendo a título de “proteger” a pessoa de obter prazer e alegria com a salutar prática de exercícios?, se é exatamente o contrário que ocorre não podendo realizá-los?
A mulher que se vê em uma situação onde não consegue arrumar uma atividade profissional, seja como empregada ou como dona de seu empreendimento. Se se vive apenas em resposta do capital que se obtém, como alguém em sã consciência se colocaria mentalmente contra si próprio?
Hipóteses existem algumas: preferência por tarefas desafiadoras (nunca é o bastante); perfeccionismo (quer sempre um algo melhor ainda); medo do fracasso (nem tenta); falta de mérito; culpa; preguiça do procedimento; sem valor; excesso de coisas e tarefas a fazer; questões espirituais; implantes; desígnios; obsessores; falta de amor ao semelhante.
Consciência Livre
Existe, ainda um caso em que a sabotagem que viria de um Plano Espiritual a qual não permitiria que a pessoa seguisse (ou conseguisse)realizar seus sonhos por NÃO ser essa a sua meta, seu Planejamento Monádico, por JÁ ter vivido essas experiências; ou ainda por questões punitivas, ou ainda preservadoras, por exemplo: não conseguir uma casa nova seria exatamente para evitar que a pessoa passasse por um acidente ou mudasse seu perfil, sua personalidade o que culminaria num futuro inadequado para o momento. O mesmo se daria para todos os demais insucessos.
O que também ocorre poderia ser que tudo isso iria na contra-mão da famosa Lei da Atração. Como querer algo bom poderia prejudicar a pessoa ou  a alguém? Medo de dar conta de tanto sucesso? Tanta abundância? Tanta prosperidade? Falta de canalizar energia mental suficiente para realizá-los? Pensar pequeno?
Consciência Livre
Existe ainda a questão da valoração.
Ás vezes queremos várias coisas e não oportunizamos nenhuma em face da mais difícil, chata ou cara ser a mais necessária ou importante. Aí não se tem nem uma nem outra.
Foco dolorido.
Focar nos estágios difíceis, complexos, dolorosos nos afastam anos luz do objeto almejado. Mudar de foco a todo tempo desviando a energia e o aporte superior para a concretização do desejo. Medo da liberdade. Não saber o que quer.

Portanto, uma opção, seria na saúde, no afeto, no conforto, na alegria, melhora a jornada e agiliza o processo de realização e não dos caminhos árduos para conseguir.
Consciência Livre

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

PARALELO JUNGUIANO E O REPSICON - RESGATE CONSCIENCIAL

Salvem, gente bacana.

Dentro dos estudos contínuos do trabalho junto ao REPSICON - Resgate Psicoenergético Consciencial, sempre estamos nos deparando com avaliações e considerações importantes para o discernimento e esclarecimento daqueles que buscam mais informes sobre as atividades terapêuticas e seus resultados e aplicações.

Consciência Livre


Neste pequeno esboço de estudo de Carl Gustav Jung, o psicanalista apresenta uma observação em nota em sua obra o "Liber Novus" onde ele constata importantemente sobre os Defeitos Psicológicos, qual seja:

"As figuras do inconsciente são também 'ininformadas' e têm necessidade do homem ou do contato com a consciência para adquirir o saber." (pp. 480, Nota 148).

Podemos fazer uma ilação aberta neste caso, para nos conduzir dentro do trabalho terápico de Resgate. Essas "figuras imaginárias" (aspas dele), em uma experiência de criação imaginativa, onde os personagens de Elias e Salomé o ajudam a passar ao segundo plano reaparecem 02 anos depois sem mudança alguma. Foi necessário que Jung explicasse que a vida de {Jung} mudou nesse período e eles não. (Meros personagens imaginativos!).
Jung compreendeu que eles afundaram em seu inconsciente (eis que uma criação de seu próprio diálogo mental projetivo) e "em si próprias" com se vida tivessem; e ficaram fora do tempo, anacronicamente sem contato com as coisas e desconheciam o que se passava no mundo da consciência, ou da physis.

Consciência Livre

Esse respectivo trecho nos conduz a configurar a análise de alguns fatos empíricos identificados ao longo desses anos de investigações e práticas com o Resgate e seus voluntários e posteriormente com os Consulentes e sua evolução desde então.

1º) Quando viajávamos além do tempo e do espaço, junto à memória celular da pessoa atendida, no curso da abertura dos Arquivos/Registros pretéritos, afim de recuperar uma parte nossa em um tempo existencial não atual, percebíamos a estagnação da "pessoa", entidade ou personalidade ainda naquele tempo, condição inconsciente ligada ao trauma que abria ou deixava a atuar o que designamos por Elemento Denso (diferente das "figuras do insconsciente"). A gama de sentimentos e emoções fixadas por força do impacto traumático e emocional faz com que a pessoa hoje continue recebendo sinais do inconsciente como um grito de socorro não entendimento primariamente pela pessoa acometida das marcas de seu passado.
Ela existe concomitantemente aqui e lá (outrora). E, naquele outro "tempo", aguarda o resultado ou um deslinde de sua condição para voltar à Essência primordial que liberta e purifica de todos os efeitos psicológicos inerentes daquela existência.
Consciência Livre

2º) A Consciência está onde a designamos, fazendo uso de conduzi-la com a Vontade.
Quando deslocamos a Consciência ao passado e encaixamos ela dentro de nosso "personagem" daquele período (o outro Eu), vivemos uma espécie de dualidade que dura até o querermos: a de hoje e a daquele instante.
Importava em períodos incipientes de Resgate, trazer então esclarecimentos (até mesmo verbais) àquela parte "perdida" de nossa própria constituição íntima, nossa parcela estagnada no tempo, de que as coisas mudaram e ele (a contraparte) estava perdida ali, ou no mínimo parada aguardando "algo" se resolver.
Ofertando a liberdade àquele personagem de antes, suas percepções transmutavam-se em conhecimento e discernimento oportunizando o Resgate da partícula essencial que soma virtudes à Consciência geral, de hoje, podendo inclusive fazer uso de ferramentas transmutadoras, como a Luz Violeta e o Perdão.

Consciência Livre

3º) O Elemento Denso - agregados psicológicos - precisa da energia do ser humano para se nutrir, manter-se vivo, e, mesmo que entorpecido ou entorpecedor, quer, de uma forma ou de outra, adquirir o saber para deixar o estado equivocado.
Eles mesmos se ajudam manifestando-se em nossa existência atuando egoicamente, ou orgulhosamente, até que nossas percepções se limpem e a Consciência os transmute.
Isso se dá - a manifestação - através de inquietudes ou, em casos mais severos, de incômodos.

Consciência Livre

Todavia, uma análise fragmentária e estritamente isolada ao Autor em questão, não consideram outros fatores e influências quem engarrafam a Consciência.

Um fraterno abraço e bons estudos.

  

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

DESINTOXICAÇÃO DOS ÓRGÃOS E GLÂNDULAS

Consciência Livre
Caso haja pressa ou certa tendenciosidade, automaticamente estará incorrendo em risco de se excluir algo e isso é dividir, separar, polarizar. Deixa de ocorrer avanço, apenas remediação, engano.

Consciência Livre

O Terapeuta necessita se entregar ao trabalho de Resgatar assim como o cliente/consulente precisa também se entregar ao profissional que procurou para ajudá-lo. Evidente que essa entrega é relativa consoante os ditames do Ser, mas se não houver uma sintonia ou uma conduta de ação às solicitações e propostas do Terapeuta, o buscador jamais encontrará a resposta que busca e também não poderá se dar ao luxo de criticar a terapia. Ter em conta o Terapeuta como uma placa que indica a estrada a seguir é uma coisa, optar por seguir a estrada com liberdade e foco na jornada é outra.

Consciência Livre
Em verdade, podemos constatar que a confissão, ou melhor dizendo, a conversa do consulente/cliente para com o Terapeuta, é uma forma de desintoxicar os órgãos e glândulas das diversas congestões de impressões não digeridas e acumuladas que angustiosamente sufocam. Com a prática, um bom Terapeuta em Resgate poderá realizá-lo apenas fazendo uma leitura energética sem que a pessoa diga uma palavra, muito embora saibamos que o consulente espera um retorno que o conforte além de um momento em que encontra um ombro e ouvidos amigo.
Consciência Livre

domingo, 15 de setembro de 2013

A VANTAGEM DO RESGATE


Esta a grande diferença do S.E.R. de uma simples regressão de divã, a qual estaciona o serviço meramente no encontro do registro, crendo que a simples re-vivência daquela cena/existência possa, por si só limpá-la, quando percebemos pelas experiências que em muitos casos acaba piorando o estado patológico do indivíduo, eis que o mesmo já vinha administrando seus sentimentos, receios e traumas e de uma hora para outra os desperta novamente sem qualquer possibilidade de limpeza ou erradicação profunda dos mesmos. Vai embora para casa com toda uma bagagem na mão e não tem quem o ajude a resolvê-la...
O S.E.R. surge então para preencher essa importante lacuna na resolução do ser humano. A purificação do registro é o degrau que faltava para preencher o lance da escada da ascensão física, mental e espiritual. Com alegria, sem dor e sem sofrimento!

Um Toque de Sabedoria

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