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domingo, 21 de agosto de 2016

O LIMIAR DAS CRENÇAS LIMITANTES E AS INFORMAÇÕES BANAIS

Consciência Livre
Muitas vezes nos pegamos hoje em dia navegando por sites transcendentais que mostram argumentos firmes e contundentes de que estamos vivendo um cenário importante para o nosso despertar consciencial.
Se pusermos um pouco de atenção, um mínimo, veremos que muitos e muitos desses ambientes informativos, copiam uma informação original e a reproduzem velozmente, eis que vivemos em tempos de consumo rápido.
Existe algum problema nisso? Claro que não, eis que se temos mais divulgadores da informação primordial, melhor... Ocorre que as informações continuam indo e vindo sem que se dediquem o valor necessário ao peso que ela informa.
Consciência Livre
Se fossem apenas e tão somente gerações novas de navegantes, diríamos, "ora, pois, a informação é antiga, todavia válida para aqueles novos desbravadores do incógnito". Mas observamos que as mesmas pessoas continuam a indagar sobre cenários constantemente já vistos e revistos...
Essa conduta dita “investigativa” à exaustão, pode ser considerada como uma hiper-crítica, ou seja, uma necessidade estonteante de esgotar a cada nova informação similar, a verdade por de trás dela. Viciosamente.
Consciência Livre
Um autor desconhecido defendeu que um único livro deve ser lido diversas vezes para que se possa apreender seu conteúdo plenamente.
Outro, também desconhecido, defende que não se deve mais perder tempo com livros lidos, eis que o subconsciente já guardou a informação necessária, por isso, melhor lermos livros inéditos... Mas, a questão é: Será que existem de fato obras inéditas sob o céu da Terra?
Se tivermos um bom-senso, mesmo que superficial, e olharmos para as obras que já passaram por nossas mãos e para todos os sites virtuais que visitamos cotidianamente, perceberemos então uma espécie de “coleção alucinada” de saberes estagnados, os quais, por si só, já seriam suficientes para libertarem das grades invisíveis da prisão que nos “assolam”...
Consciência Livre
Que prisões seriam essas? Nossas “crenças limitantes”, e aqui não nos referimos única e somente à crenças tidas como religiosas... Um simples e inocente, "não posso", "não dá", "é impossível", "a realidade é diferente", poda-nos, cerceia nosso direito natural de ir e vir, de Ser!
O que realmente importa é que nem todos se importam; preferível manter-se na famosa zona de conforto, afinal, é confortável.
Mas a grande percepção disso tudo é que, sim!, somos LIVRES também para ficarmos em nossa quentinha zona de conforto, cercada de almofadas, sombra e água fresca, desde que saibamos que a dita zona não é uma cadeia, mas um espaço ao qual eu ESCOLHI ficar, voluntariamente...

Bem-vindo à Matrix!
Consciência Livre

segunda-feira, 6 de abril de 2015

O ESQUECIMENTO

A grande pergunta que circula nos meios filosóficos e espiritualistas já foi feita inclusive pelo decodificador do espiritismo: Por que o Espírito encarnado perde a lembrança do seu passado?
Consciência Livre
A resposta que as manifestações espirituais apresentaram é a de que: “O homem nem pode nem deve saber tudo; Deus assim o quer na sua sabedoria. Sem o véu que lhe encobre certas coisas, o homem ficaria ofuscado como aquele que passa sem transição da obscuridade para a luz. Pelo esquecimento do passado, ele é mais ele mesmo”.
Consciência Livre
Não contente com esse tipo de resposta, indagou-se ainda mais contundentemente: Como pode o homem ser responsável por atos e resgatar faltas dos quais não se recorda? Como pode aproveitar-se da experiência adquirida em existências que caíram no esquecimento? Seria concebível que as tribulações da vida fossem para ele uma lição, se pudesse lembrar-se daquilo que as atraiu, mas desde que não se recorda, cada existência é para ele como se fosse a primeira, e é assim que ele está sempre a recomeçar. Como conciliar isto com a justiça de Deus?
Consciência Livre
A resposta que se segue é longa também, e busca explicar que a cada nova existência o homem tem mais inteligência e pode melhor distinguir o bem e o mal. Que sua lembrança gradativa é por força de mérito e suas faltas serão percebidas por uma espécie de intuição. Essa mesma intuição é o pensamento, a voz da consciência que fala e essa voz é a recordação do passado, voz que nos adverte para não cair nas faltas anteriormente cometidas.
Consciência Livre

domingo, 16 de fevereiro de 2014

O ALCANCE DO REPSICON

É precisamente nesse cerne entre Filosofia e Ciência que é possível aquilatar os limites entre uma e outra e a grande opção funcional que se apresenta com o REPSICON®, ou o Resgate em si. Ambos, Filosofia e Ciência, possuem rigores limitantes e ambos foram concebidos pelo ser humano. Tal como o Resgate Psicoenergético Consciencial, que também foi concebido por seres humanos, a Filosofia e a Ciência precisariam extrapolar seus próprios limites, mas, em assim ocorrendo, deixariam imediatamente de o serem em suas especificidades basilares. Assim sendo, o REPSICON® foi justamente concebido para ser livre, ultrapassar e suplantar quaisquer barreiras que atrofiam a resolução de problemáticas da psique do indivíduo.
Outro ponto importante, é que o REPSICON® não pretende ser um “valor universal”, quer dizer, que sirva da mesma forma impreterivelmente para todas as pessoas, pois sabemos que cada pessoa é uma individualidade, por isso, indivíduo, ou pelo menos é o que buscamos resgatar, nossa individualidade com o Uno, essa manifestação, essa força da qual fazemos parte e que por ora entendemos ser uma fração e, portanto, passamos a nos ver como um mero segmento.

O REPSICON® se propõe a uma autonomia de fazer uso da Filosofia e da Ciência dentro do que se apresenta como útil e funcional, saltando habilmente por cima de obstáculos que não se podem repetir em laboratórios, eis que um Resgate sempre é inédito e, buscando sempre origens e respostas além da phisys, mas valendo-se de toda uma multidimensionalidade, talvez próximo do que Platão insistia em trazer para a humanidade como o “mundo das ideias”.

Um Toque de Sabedoria

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