Em assim sendo, percebemos que a forma como era tratada os ditos Elementos Densos, ainda era um resquício conceitual de treva e luz e que, agindo dessa maneira, estaríamos trilhando um caminho unicamente pendular ou extremista. Ou luz ou treva! E pior, associado ao medo. (Que curiosa “associação”).
Com as diversas práticas que realizamos e os retornos dos acompanhados e ainda com investigações em diversos segmentos da área da saúde como um todo, fomos percebendo que o dito Elemento Denso não passava de um autêntico “mestre” e como tal precisa ser respeitado e não temido e combatido.
É inquestionável que enquanto detentores de campos vibracionais ou eletromagnéticos, ou ainda áuricos, estaremos sujeitos a sentimentos e percepções de diversos outros campos desta e de outras dimensões que serão mais intensos ou sutis que o nosso e meramente a presença de um ser de densidade vibracional distinta da nossa irá abalar nossas estruturas e quanto ao mal-estar que nossas moléculas irão sentir nosso cérebro está condicionado a traduzir como medo e interpretar como algo ruim. O resultado é uma descarga de adrenalina ou hormônios específicos que preparam nosso organismo para o combate ou uma fuga desembalada.






