sexta-feira, 10 de maio de 2019

FLUIR...


“Viver intensamente o aqui e o agora não é alienar-se do seu passado e de seu futuro a título de uma perfeita inserção no eterno presente, muito pelo contrário.

Vereis, com clareza, enfim, o tamanho do desafio que diante de vós mesmos fostes capazes de colocar e porque ele, embora tão imenso, foi aceito por vosso MESTRE.

Se a largura da vossa coragem e a grandeza de vosso espírito não comportasse tal empreendimento, tal DESAFIO a vós todos seria negado realizar.
Consciência Livre

O correto entendimento sobre essa máxima implica trazer (deixar fluir...) para esse presente todo o seu passado e todo o seu futuro, pois em realidade nada você é a não ser o seu passado e o seu futuro. Só o presente é uma incógnita, o restante já é de seu conhecimento e em volta dele a verdadeira comunidade.”

Adrimon


sábado, 23 de março de 2019

ENTREVISTA COM UM MÉDICO TIBETANO: LAMA TULKU LOBSANG RINPOCHE

Salve, gente bacana.
Como sempre, exercendo nosso arbítrio de Consciência Livre, algumas coisas valem a pena serem reproduzidas. Eis uma delas.
Cada resposta, uma máxima por si só.

"Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração."


Quando um paciente chega para consulta, como o senhor sabe qual o problema?

R – Olhando como ele se move, sua postura, seu olhar. Não é necessário que fale nem explique o que se passa. Um doutor de medicina tibetana experiente sabe do que sofre o paciente a 10 m de distância. 

Mas o senhor também verifica seus pulsos.

R – Assim obtenho a informação que necessito sobre a saúde do paciente. Com a leitura do ritmo dos pulsos é possível diagnosticar cerca de 95% das enfermidades, inclusive psicológicas. A informação dada por eles é precisa como um computador. Para lê-los, é necessária muita experiência. 

E depois, como realiza a cura?

R – Com as mãos, o olhar e preparados de plantas e minerais. 

Segundo a medicina tibetana, qual é a origem das doenças?

R – Nossa ignorância. 

Então, perdoe a minha, mas o que entender por ignorância?

R – Não saber que não sabe. Não ver com clareza. Quando vemos com clareza, não temos que pensar. Quando não vemos claramente, colocamos o pensamento para funcionar. E, quanto mais pensamos, mais ignorantes somos, mais confusão criamos. 

Como posso ser menos ignorante?

R – Vou ensinar um método muito simples: praticando a compaixão. É a maneira mais fácil de reduzir os pensamentos. E o amor. Se amamos alguém de verdade, se não o queremos só para nós, aumentamos a compaixão. 

Que problemas percebe no Ocidente?

R – O medo. O medo é o assassino do coração humano. 

Por quê?

R – Porque, com medo, é impossível ser feliz e fazer felizes os outros. 

Como enfrentar o medo?

R – Com aceitação. O medo é resistência ao desconhecido. 

Como médico, em que parte do corpo vê mais problemas?

R – Na coluna, na parte baixa da coluna: as pessoas permanecem sentadas tempo demais na mesma posição. Com isso, se tornam rígidas demais. 

Temos muitos problemas.

R: Acreditamos ter muitos problemas, mas, na realidade, nosso problema é que não os temos. 

O que isso quer dizer?

R – Que nos acostumamos a ter nossas necessidades básicas satisfeitas, de modo que qualquer pequena contrariedade nos parece um problema. Então, ativamos a mente e começamos a dar voltas e mais voltas sem conseguir solucioná-la. 

Alguma recomendação?

R – Se o problema tem solução, já não é um problema. Se não tem, também não. 

E para o estresse?

R – Para evitá-lo, é melhor estar louco. 

???

R – É uma piada. Mas não tão piada assim. Eu me refiro a ser ou parecer normal por fora e, por dentro, estar louco: é a melhor maneira de viver. 

Que relação o senhor tem com sua mente?

R – Sou uma pessoa normal, penso o tempo todo. Mas tenho a mente treinada. Isso quer dizer que não sigo meus pensamentos. Eles vêm, mas não afetam nem minha mente, nem meu coração. 

O senhor ri muito?

R – Quando alguém ri nos abre seu coração. Se você não abre seu coração, é impossível entender o humor. Quando rimos, tudo fica claro. Essa é a linguagem mais poderosa que nos conecta uns aos outros diretamente. 

O senhor acaba de lançar um CD de mantras com base eletrônica, para o público ocidental.

R – A música, os mantras e a energia do corpo são a mesma coisa. Como o riso, a música é um grande canal para nos conectar com o outro. Por meio dela, podemos nos abrir e nos transformar: assim, usamos a música em nossa tradição. 

O que gostaria de ser quando ficar mais velho?

R: Gostaria de estar preparado para a morte. 

E mais nada?

R – O resto não importa. A morte é o mais importante da vida. Creio que já estou preparado. Mas, antes da morte, devemos nos ocupar da vida. Cada momento é único. Se damos sentido à nossa vida, chegamos à morte com paz interior. 

Aqui vivemos de costas para a morte.

R: Vocês mantêm a morte em segredo. Até que chegará um dia em sua vida em que já não será um segredo: não será possível escondê-la. 

E qual o sentido da vida?

R – A vida tem sentido e não tem. Depende de quem você é. Se você realmente vive sua vida, então a vida tem sentido. Todos têm vida, mas nem todos a vivem. Todos temos direito a sermos felizes, mas temos que exercer esse direito. Do contrário, a vida não tem sentido. 

Consciência Livre

quarta-feira, 13 de março de 2019

A CATARSE TERAPÊUTICA


Salve, gente bacana.

As Terapias possuem sempre um momento intenso para o Cliente, que junto à religião, medicina e filosofia é a libertação, expulsão ou purgação do que é estranho à essência ou à natureza de um ser e que, por isso, o corrompe. Esse processo terapêutico é conhecido por “catarse”.
Consciência Livre
Existe um momento matemático em cada processo de catarse em que o Cliente se depara com a explosão interna e por vezes angustiante dos conflitos que o cercam e o obstaculizam. Esse momento dentro do REPSICON é o levantamento das Emoções e dos Sentimentos encontrados na abertura do Arquivo pretérito que está sendo trabalhado a pedido do mesmo diante de suas necessidades pessoais. Para os Clientes, esse é o instante mais intenso e revelador da Terapia. Mais do que entender o contexto histórico ou chegar à limpeza em si (respeitadas as suas devidas especificidades e funções).
Consciência Livre
Por isso a privacidade e a confiança no profissional que o assessora dando o suporte necessário dentro do período de uma sessão é fundamental para o sucesso e alívio que o Cliente almeja em se entregar profundamente a uma sessão de Resgate. O conforto é uma dessas condições. Ambiente agradável, tranquilo, que possa ofertar ao mesmo um chá relaxante ou no mínimo um copo de água fresco. Luminosidade adequada, uma proposta musical amena, aromas e diversos outros recursos utilizados como uma prática de harmonização antes do início da sessão que trás ao Cliente o sossego mental necessário ao estágio que a sessão exige, livrando-o naquele instante das pressões que o dia o infringiu, elevando seu estado vibracional e favorecendo a abertura e receptividade dos trabalhos a serem realizados.
Consciência Livre
Ao se trabalhar com uma pessoa em situação de urgência psicossomática, o REPSICON é a ferramenta de Terapia de Vidas Passadas, mais contemporânea e completa que busca, não apenas e tão somente investigar a história de outrora e entregá-la ao Cliente - já com recursos emocionais parcos e deficientes -, mas junto com ele, ir fundo aos Arquivos e Registros dessa mesma abertura traumática do passado; angariando com bom-humor e presença de espírito todos os aspectos marcantes que assolam por reflexo os dias atuais da pessoa. Por isso o trabalho é consciente, sem uso de artifícios que possam subtrair do Cliente sua percepção do que ocorre em sessão, tornando-o um partícipe de sua própria história existencial.
Consciência Livre
Oferecer como resultado do trabalho não apenas dados, datas, nomes e lugares, mas a intensidade excruciante do mesmo instante vivido lá atrás para que o Cliente possa entender e compreender assimilando os motivos e razões que o fazem passar hoje em dia por determinadas condutas ou ações tidas como problemas ou bloqueios, não é uma tarefa simples. O Terapeuta precisa estar atento ao que esse instante de contato do Cliente consigo mesmo, por vezes oculto em rincões psicológicos por anos, pode eclodir em sessão trazendo à superfície cargas emocionais e sentimentos intensos; o domínio objetivo e prático desse estágio é importante. Eis aqui o momento catártico.
Consciência Livre
Entregar como corolário, junto ao Cliente, o momento máximo da sessão que é a limpeza do Arquivo. Trabalhando-se com altas frequências vibracionais entre sons e cores específicas que libertam a Essência aprisionada no tempo e no espaço, recuperando suas virtudes e restituindo-a ao universo particular celular, atômico, do DNA do próprio Cliente, cujos reflexos benéficos passam a serem sentidos no decorrer dos dias subsequentes é a chave do REPSICON.
Consciência Livre
Assim, a satisfação com a purificação dos cenários antigos que tumultuavam a existência da pessoa, passam a acrescer e não a diminuir. A sensação de libertação é concreta. Os dias se tornam mais suaves e a condição psicológica do Cliente vai aliviando e proporcionando uma estima elevada, pensamentos mais desobstruídos, resoluções satisfatórias com relações e atividades profissionais, estudos, lazer, o dia a dia; a terapia se concluí a pedido do Cliente ou do próprio Terapeuta como um conteúdo importante ao avanço psíquico e físico do indivíduo.
Consciência Livre

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

REFLEXÕES: O Assédio Mental

Salve, gente bacana.

Uma quantidade enorme de pensamentos ruins, pessimistas, de raiva, vingança, desconfiança está infestando as pessoas tal como uma praga. E todos estão crentes que de fato isso é um pensamento autêntico, ou pior, que a pessoa objeto de seu pensar, de fato está agindo consoante dito pensamento... A grande verdade é que isso é uma mentira! O assédio e a obsessão são orquestrados de forma tal que o indivíduo passa a crer em suas formas mentais que tudo o que lhe chega ao pensar são fatos legítimos ... E não o são, entretanto, até se perceber assediado, muito estrago foi feito. O Assédio Mental, como atua e por que atua. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

ESCOLHAS OBSESSIVAS


Salve,  gente bacana...

Dentro de nossos estudos e análises, chegamos a uma constatação que nos surpreende. E, para que não houvesse margem de dúvidas ou equívocos, insistimos no processo com mais acuidade e notamos que infelizmente é uma fato.
Estamos falando de percepções sensoriais.
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Muitas pessoas insistem que gostariam muito de terem sensibilidade psíquica aflorada, tal como telepatia, clariaudiência, clarividência, pois assim saberiam com mais certeza dos fatos e ações que as cercam, podendo fazer escolhas mais saudáveis e protetivas. Para seu sucesso, abundância, prosperidade, saúde, Amor.
Deparamo-nos, primeiramente com pessoas, profissionais da área da saúde que simplesmente fumam por escolha, necessidade, vício, porque gostam. E sabem dos danos que esse hábito causam.
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Em seguida com pessoas que trabalham em condições de risco (construtores, mecânicos, motoristas, pilotos, limpeza pública... {...}, {...} ) que não tomam a menor precaução ou cuidado com o trabalho, com sua atividade, excedendo a “sorte” a cada dia de labuta.

Mas o que nos chama a atenção, são os envolvidos com terapias alternativas, com a linha da espiritualidade, com energias imanentes, com forças e emanações hiperfísicas, metafísicas; pessoas dotadas de conhecimento e provas diárias de condições vibracionais que atraem ou repelem tipos e formas não visíveis aos olhos não treinados, entidades, espíritos obsessores, assediadores, energias densas, implantes, seres desocupados, parcerias com intras, ultras, extraterrenos... Forças negativas do pensamento vindo e indo de mentes para mentes. Alcançando e gerando um dano contínuo na psique, na personalidade, no campo energético, áurico, na saúde e no bem-estar desse mesmo profissional que “enxerga”, mas não vê. E continua com atitudes que só fazem atrair o mal, o ruim, o ranço, a mágoa, o rancor... A cizânia, mesmo sabendo de todos os efeitos colaterais...
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Seria uma questão simplesmente de perfil, de signo, de personalidade?... Duvidamos.
O que faz uma pessoa mesmo tendo capacidades sensoriais parapsíquicas ver e não mudar suas condutas nocivas?
Perguntamo-nos se as pessoas realmente vissem o que emana de um copo dos famosos refrigerantes de cola, a sombra nefasta, escura e densa que se esvai por todo o campo vibracional de uma gôndola repleta de garrafas desse produto, será que parariam mesmo de bebê-los? De dar a seus avós, seus filhos numa festa, num momento em que a alegria seria o mote dos encontros?
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Será que tendo capacidade sensorial, para perceber, sentir, ver o que exala de um açougue na simples passada diante do mesmo, seja de rua ou de mercado, a putrefação mascarada por mais e mais produtos deletérios, soltando no ar, todo o nefasto odor cadavérico da morte em processo de deterioração, cujas vibrações e energias alcançam a cada instante um estágio de doença e morte... Sombras negras, fugidias, hostis, ameaçadoras, aliciadoras, chegam a zombar de nós, gemer de prazer, oferecendo, clamando, chamando, instigando a comprar aquelas partes de cadáveres, embalar, levar para o seio familiar e ingerir durante uma refeição com todos ao redor de uma mesa bem-posta.
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Sem falarmos aqui das aventuras sexuais...
Será que se todos pudéssemos ver isso, realmente na nossa cara, teriam a consciência de escolher não mais fazer uso do que gera dano?
Conhecemos o caso de um médium clarividente que caminhava com sete entidades nefastas ao seu lado. Indagado se estaria ciente disso, respondeu que sim. Em seguida perguntado se queria ajuda para afastá-las, redarguiu que não, elas o ajudavam a conquistar mulheres...
Isso é Amor?! Será que uma Mulher realmente quer um homem com clarividência desperta que se vale de entidades assediadoras para manipulá-las e retirar delas o seu bem mais valioso? É isso que quer para sua filha, sua irmã? É isso que queremos? Triste, mas percebemos que SIM.
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Colocar uma roupa de academia não nos torna atletas.
É triste saber que muitos querem a inconsciência. Querem viver nas trevas. Optam pela anestesia que o lado oculto tenebroso oferece. Diabéticos que dizem que a única alegria está no doce fazem uma escolha, mesmo que morram aos pedaços... Suicídio não é apenas colocar uma arma contra si e disparar.
Escolhas e opções obsessivas, daninhas.
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Aqueles que realmente e de fato querem sair adiante, sentem, percebem, notam que algo está estranho. Não precisam ser paranormais. Precisam ter bom-senso e realizar escolhas conscientes, sábias e assim, procurar ajuda com profissionais adequados que possam de fato otimizar um suporte holístico, pleno, corpo e mente sã.
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A escolha ainda é sua! A questão é quando essas mesmas escolhas causam dano aos que te cercam e te amam profundamente.


domingo, 23 de dezembro de 2018

CULPA IMPLANTADA


SEM CULPA

Em mais uma virada de ano, deparamo-nos com sentimentos variados e diversos, frutos de uma nova era, de um período em que crianças se tornaram adultos e o Sistema lhes invade substituindo valores e princípios tidos como tradição amena, agradável e espiritual por propostas de sucesso, avanço e consumo tidos como normais.
Poucos ainda sustentam a mítica lenda de um bom velhinho que supre de presentes as crianças comportadas na noite da véspera do Natal. O que conta é o tipo de presente que os pais poderão arcar para com seus filhos. Ou, quando não os têm, aos amigos e entes queridos mais próximos. Eis o novo “espírito” natalino.
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A tecnologia assassinou o cartão de Natal que ansiosamente esperávamos para ir à papelaria escolher, ou, artesanalmente preparar e “postar” nas agências de correios, cujos funcionários se assoberbavam de trabalho nessa época de paz e confraternização. Depois, a tecnologia do telefone discado (de fio), corroborava o carinho da oferta ou a nossa própria caixa de correio doméstica se abarrotava de envelopes multicoloridos e diversos.
Instituições voltadas ao auxílio do ser humano com variadas necessidades e dificuldades especiais vendiam kits (hoje combos) de cartões feitos pelos residentes em situações as mais diversas e comoventes possíveis, facilitando aos caridosos o envio de mensagens mágicas e emocionantes.
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Hoje, um e-mail é coisa do passado! E sequer sabemos o que será uma coisa do futuro.
Mas um sentimento perdura. E não apenas no Natal, mas no novo ano que vinda e que se passa durante os próximos 365 dias do calendário gregoriano. E assim sucessivamente.

Um sentimento de CULPA. (Sim, dentre outros, mas foquemos neste).

E perceberemos que nos sentimos mal, quando vamos a uma festa e somos servidos de uma salada com maionese. Quando procuramos na estante do mercado um produto sem açúcar, sem glúten, sem transgênicos e o fato de tirar e não ter esses mesmos “ingredientes” torna-os quase que inacessíveis ao uso comum. Quando usamos um celular ao pé do ouvido. Ligamos para aquecer a mamadeira no micro-ondas. Quando compramos ração pronta para o animal de estimação. Quando deixamos de adquirir um plano de saúde para nossos pais vindos de uma longa jornada, na exata proporção em que a tabela de custos exorbita qualquer renda familiar. A partir do instante em que o automóvel na estrada à sua frente despeja fumaça do escapamento e o criticamos. Quando compramos um caldo de cana num copo plástico com canudo de plástico, sem perceber que a opção de papel mais cara é o resultado do desmatamento. Quando Jogamos ao lixo um computador com impressora inteiros, pois há um conflito entre software e hardware. Quando a garantia do seu aparelho de TV vence uma semana antes e que ele, programado, estragada magicamente na semana seguinte. Quando você é obrigado a beber água retratada vinda do mesmo lugar onde há pouco você despejou eucalipto para aliviar o cheiro do vaso sanitário. Sentimo-nos mal por ter comido carboidrato depois das 18 horas. Por acreditar que a cerveja sem álcool é zero álcool. Por ser vegano, lactovegetariano, vegetariano, marciano, venusiano e notar que é violado em sua integridade e princípios em uma simples folha de alface repleta de agrotóxicos. Em que uma nação global defende o pesticida como única alternativa de lucros e para o sustento e a saúde da humanidade. Onde a inclusão social passa a ser moda, quando sempre foi algo normal e essa moda é repleta de restrições e complexas normas “exclusivas” para a mesma inclusão. Quando você deixa de enviar o extinto cartão de natal e nem se lembrou de enviar o WPP coletivo.
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Culpa! Esse o sentimento que corrói as entranhas.

Mas... alguém já parou para pensar que não nos dão opção??
Qual a opção que o “mundo”, que o Sistema nos oferece para que possamos ser adequados, corretos, perfeitos?
Temos a tecnologia pronta, mas ainda nos vendem carros movidos a motor à explosão. Qual a sua opção? Motor à explosão. Ainda nos banhamos com um aparelho de energia elétrica que busca água vinda de represamentos imensos onde fios de alta energia sobre nossa cabeça recebem uma torrente de fluxo de água? Qual a opção? Banho de chuveiro. Campos eletromagnéticos ampliam-se a todos os instantes, desde o momento em que adquirimos uma existência no bairro em que nascemos – ou quando somos gerados. Qual a escolha que temos quando vamos ao mercado e queremos o melhor para nós, nossos filhos, pais? Veneno, transgênicos, conservantes, acidulantes, colorantes, odores e sabores sintéticos e que são tão absurdos que não se pode compreender o motivo pelo qual o natural não lhe é acessível e é muito mais caro e não encontrável.
Quando a vida prática oprime e massacra a vida no campo. Quando o ar condicionado é a proposta. Quando a geladeira que você comprou ou o aerossol que usa para suas axilas destroem a camada de ozônio e o intoxicam com nitrato de prata. Quando a música é alterada em seus hertz causando dano cerebral, não importando o gosto musical. Quando o protetor solar causa câncer. Quando o leite é conservado numa caixa que causa câncer. Quando o ovo causa câncer, quando o vinho causa câncer, quando o chocolate causa câncer, quando fazer amor..., causa câncer.
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Qual a escolha que você tem? Por que se culpa tanto por acreditar que podia ser melhor, fazer melhor e não consegue no exato instante em que escova seus dentes com dentifrício que causa câncer? Que bebe água com flúor que lhe oblitera a mente, os sentidos, a memória? Qual a sua opção? Quais as escolhas saudáveis, baratas, duradouras que temos à nossa disposição? Quando a leitura é elitizada e mesmo assim, não abre brechas para soluções plausíveis, apenas congestiona com mais e mais cobranças de coisas que deveríamos estar fazendo todos os dias para o bem-estar da humanidade, da África, da China, do Nordeste, do litoral, do fundo do quintal, do tapete na sala.
Para que sentir culpa por morar num apartamento no centro urbano e não em uma chácara na zona rural? Você dá conta de plantar feijão, cuidar de uma várzea onde nasce o arroz? Cuidar das pragas na plantação de melancia? Quanto de nutrientes e vitaminas você sozinho consegue plantar durante um ano inteiro para seu próprio consumo e de seus familiares? Carrega os filhos nas costas para a escola que ensina que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil? Culpado pelo fato de ter precisado podar uma árvore, por ter ralhado com o cachorro, por ter uma posição apartidária... Com medo de tomar esta ou aquela decisão e ser denunciado pelo politicamente correto.
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Quais suas opções legítimas e concretas? Meditar e fazer mantras é a saída para a desintoxicação do monóxido de carbono? Correr em uma esteira moderna ou no parque o livra dos radicais livres? Ficar de ponta cabeça ajuda a crescer cabelos, a recuperar os óvulos, a evitar cólicas menstruais? Culpados por usar cartão de crédito? Qual a opção?
E se tudo o que fazemos causa dano? Direta ou indiretamente? Qual a sua opção, o que o Sistema permite legal e oficialmente que você, dentro de seus recursos e condições, seja numa colônia, em uma comunidade esotérica, new age, em um retiro que não dependa de um poço artesiano que viola as veias do Planeta Terra, onde os fios elétricos não precisem ser usados num moinho de vento gerador de energia ou em um movido à diesel. Onde as paredes são erguidas com tijolos de fábrica, os canos são de plástico, torneiras, pias, móveis, pratos, sofás, absorventes íntimos, preservativos...? Qual a sua opção, que escolha temos?
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Neste novo ano, que essa consciência nos abra horizontes mentais e internos para que possamos viver bem, sem a opressão invisível que foi semeada e implantada em nosso subconsciente nos machucando diuturnamente a partir do instante em que acordamos e olhamos a hora no relógio da parede movido à pilha.
Não mais percebemos que esse mal-estar, esse “ruim” inconsciente todos os dias como se estivéssemos fazendo algo horrível ou deixando de fazer sempre algo bom nos mergulhe no universo do psicodrama desta sensação invisível e não identificável.
Agora o sabemos. CULPA!
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Que tenhamos a certeza de que fazemos o nosso melhor com o que nos é dado. Ou você é capaz de mudar da “casa” Terra para outro lugar? Qual a sua opção? Escolher o melhor com o que se pode ter e fazer!  
E o melhor é cuidar de ti, de tua saúde mental para que seus sentimentos e emoções não o violem psicologicamente ao dar partida em seu automóvel e acelerar na cidade para ir ao trabalho, ao mercado, à escola, ao médico, ao curandeiro, ou ao lazer.
Entender e compreender isso é fundamental. Perceber esse implante que trucida os sentidos. Essa a melhor escolha que podemos fazer com o que nos é dado. Viver bem.
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Sejamos felizes e façamos felicidades.
Boas festas. Boas mesmo!!!

Um Toque de Sabedoria

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