quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

JUNG E O MEDO

Salvem, gente bacana...

Em outro aprofundamento trazemos a abordagem psicanalítica junguiana sobre o Medo, em uma espécie de diálogo, infere ele que o Medo é uma fuga confortável das cruezas da vida externa onde reina a dita humanidade.
Consciência Livre

“E tu concordas que eu te lance na prisão?”



“Naturalmente, lá tenho sossego e posso recolher-me. Teu mundo humano me torna ébria – tanto sangue humano – eu poderia embriagar-me dele até o delírio. Portas de ferro, paredes de pedra, escuridão fria e comida quaresmal – isto é o delírio da rendenção!”

Ter esse tipo de medo (fuga) nos conduz a justificativas diversas e variadas para tratar e argumentar com nossos impulsos defensivos que nos esconder do mundo "real", do mundo da forma seria a grande alternativa.
Desviar dos percalços que nos assolam e acomete o mais profundo terror que a própria mente em si não consegue entender com sua lógica racional parece o caminho mais simples e óbvio para quem vive dia a dia com o Medo em suas miríades de variantes e cenários.
Consciência Livre
TODOS temos medo de algo ou alguma coisa, seja na fisicalidade ou da própria espiritualidade onde os castigos incutidos em nossa formação nos conduzem a uma ética e moral calcados no pânico de um castigo divinal.
A própria morte em si nos causa medo e desconforto, pelo simples fato de que o jaleco da ciência ainda não conseguiu provar a sequência da vida - e, se segue, qual a qualidade da mesma.
A dúvida, move o medo.
Por via das dúvidas, melhor desviar.
Consciência Livre

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