domingo, 23 de dezembro de 2018

CULPA IMPLANTADA


SEM CULPA

Em mais uma virada de ano, deparamo-nos com sentimentos variados e diversos, frutos de uma nova era, de um período em que crianças se tornaram adultos e o Sistema lhes invade substituindo valores e princípios tidos como tradição amena, agradável e espiritual por propostas de sucesso, avanço e consumo tidos como normais.
Poucos ainda sustentam a mítica lenda de um bom velhinho que supre de presentes as crianças comportadas na noite da véspera do Natal. O que conta é o tipo de presente que os pais poderão arcar para com seus filhos. Ou, quando não os têm, aos amigos e entes queridos mais próximos. Eis o novo “espírito” natalino.
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A tecnologia assassinou o cartão de Natal que ansiosamente esperávamos para ir à papelaria escolher, ou, artesanalmente preparar e “postar” nas agências de correios, cujos funcionários se assoberbavam de trabalho nessa época de paz e confraternização. Depois, a tecnologia do telefone discado (de fio), corroborava o carinho da oferta ou a nossa própria caixa de correio doméstica se abarrotava de envelopes multicoloridos e diversos.
Instituições voltadas ao auxílio do ser humano com variadas necessidades e dificuldades especiais vendiam kits (hoje combos) de cartões feitos pelos residentes em situações as mais diversas e comoventes possíveis, facilitando aos caridosos o envio de mensagens mágicas e emocionantes.
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Hoje, um e-mail é coisa do passado! E sequer sabemos o que será uma coisa do futuro.
Mas um sentimento perdura. E não apenas no Natal, mas no novo ano que vinda e que se passa durante os próximos 365 dias do calendário gregoriano. E assim sucessivamente.

Um sentimento de CULPA. (Sim, dentre outros, mas foquemos neste).

E perceberemos que nos sentimos mal, quando vamos a uma festa e somos servidos de uma salada com maionese. Quando procuramos na estante do mercado um produto sem açúcar, sem glúten, sem transgênicos e o fato de tirar e não ter esses mesmos “ingredientes” torna-os quase que inacessíveis ao uso comum. Quando usamos um celular ao pé do ouvido. Ligamos para aquecer a mamadeira no micro-ondas. Quando compramos ração pronta para o animal de estimação. Quando deixamos de adquirir um plano de saúde para nossos pais vindos de uma longa jornada, na exata proporção em que a tabela de custos exorbita qualquer renda familiar. A partir do instante em que o automóvel na estrada à sua frente despeja fumaça do escapamento e o criticamos. Quando compramos um caldo de cana num copo plástico com canudo de plástico, sem perceber que a opção de papel mais cara é o resultado do desmatamento. Quando Jogamos ao lixo um computador com impressora inteiros, pois há um conflito entre software e hardware. Quando a garantia do seu aparelho de TV vence uma semana antes e que ele, programado, estragada magicamente na semana seguinte. Quando você é obrigado a beber água retratada vinda do mesmo lugar onde há pouco você despejou eucalipto para aliviar o cheiro do vaso sanitário. Sentimo-nos mal por ter comido carboidrato depois das 18 horas. Por acreditar que a cerveja sem álcool é zero álcool. Por ser vegano, lactovegetariano, vegetariano, marciano, venusiano e notar que é violado em sua integridade e princípios em uma simples folha de alface repleta de agrotóxicos. Em que uma nação global defende o pesticida como única alternativa de lucros e para o sustento e a saúde da humanidade. Onde a inclusão social passa a ser moda, quando sempre foi algo normal e essa moda é repleta de restrições e complexas normas “exclusivas” para a mesma inclusão. Quando você deixa de enviar o extinto cartão de natal e nem se lembrou de enviar o WPP coletivo.
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Culpa! Esse o sentimento que corrói as entranhas.

Mas... alguém já parou para pensar que não nos dão opção??
Qual a opção que o “mundo”, que o Sistema nos oferece para que possamos ser adequados, corretos, perfeitos?
Temos a tecnologia pronta, mas ainda nos vendem carros movidos a motor à explosão. Qual a sua opção? Motor à explosão. Ainda nos banhamos com um aparelho de energia elétrica que busca água vinda de represamentos imensos onde fios de alta energia sobre nossa cabeça recebem uma torrente de fluxo de água? Qual a opção? Banho de chuveiro. Campos eletromagnéticos ampliam-se a todos os instantes, desde o momento em que adquirimos uma existência no bairro em que nascemos – ou quando somos gerados. Qual a escolha que temos quando vamos ao mercado e queremos o melhor para nós, nossos filhos, pais? Veneno, transgênicos, conservantes, acidulantes, colorantes, odores e sabores sintéticos e que são tão absurdos que não se pode compreender o motivo pelo qual o natural não lhe é acessível e é muito mais caro e não encontrável.
Quando a vida prática oprime e massacra a vida no campo. Quando o ar condicionado é a proposta. Quando a geladeira que você comprou ou o aerossol que usa para suas axilas destroem a camada de ozônio e o intoxicam com nitrato de prata. Quando a música é alterada em seus hertz causando dano cerebral, não importando o gosto musical. Quando o protetor solar causa câncer. Quando o leite é conservado numa caixa que causa câncer. Quando o ovo causa câncer, quando o vinho causa câncer, quando o chocolate causa câncer, quando fazer amor..., causa câncer.
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Qual a escolha que você tem? Por que se culpa tanto por acreditar que podia ser melhor, fazer melhor e não consegue no exato instante em que escova seus dentes com dentifrício que causa câncer? Que bebe água com flúor que lhe oblitera a mente, os sentidos, a memória? Qual a sua opção? Quais as escolhas saudáveis, baratas, duradouras que temos à nossa disposição? Quando a leitura é elitizada e mesmo assim, não abre brechas para soluções plausíveis, apenas congestiona com mais e mais cobranças de coisas que deveríamos estar fazendo todos os dias para o bem-estar da humanidade, da África, da China, do Nordeste, do litoral, do fundo do quintal, do tapete na sala.
Para que sentir culpa por morar num apartamento no centro urbano e não em uma chácara na zona rural? Você dá conta de plantar feijão, cuidar de uma várzea onde nasce o arroz? Cuidar das pragas na plantação de melancia? Quanto de nutrientes e vitaminas você sozinho consegue plantar durante um ano inteiro para seu próprio consumo e de seus familiares? Carrega os filhos nas costas para a escola que ensina que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil? Culpado pelo fato de ter precisado podar uma árvore, por ter ralhado com o cachorro, por ter uma posição apartidária... Com medo de tomar esta ou aquela decisão e ser denunciado pelo politicamente correto.
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Quais suas opções legítimas e concretas? Meditar e fazer mantras é a saída para a desintoxicação do monóxido de carbono? Correr em uma esteira moderna ou no parque o livra dos radicais livres? Ficar de ponta cabeça ajuda a crescer cabelos, a recuperar os óvulos, a evitar cólicas menstruais? Culpados por usar cartão de crédito? Qual a opção?
E se tudo o que fazemos causa dano? Direta ou indiretamente? Qual a sua opção, o que o Sistema permite legal e oficialmente que você, dentro de seus recursos e condições, seja numa colônia, em uma comunidade esotérica, new age, em um retiro que não dependa de um poço artesiano que viola as veias do Planeta Terra, onde os fios elétricos não precisem ser usados num moinho de vento gerador de energia ou em um movido à diesel. Onde as paredes são erguidas com tijolos de fábrica, os canos são de plástico, torneiras, pias, móveis, pratos, sofás, absorventes íntimos, preservativos...? Qual a sua opção, que escolha temos?
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Neste novo ano, que essa consciência nos abra horizontes mentais e internos para que possamos viver bem, sem a opressão invisível que foi semeada e implantada em nosso subconsciente nos machucando diuturnamente a partir do instante em que acordamos e olhamos a hora no relógio da parede movido à pilha.
Não mais percebemos que esse mal-estar, esse “ruim” inconsciente todos os dias como se estivéssemos fazendo algo horrível ou deixando de fazer sempre algo bom nos mergulhe no universo do psicodrama desta sensação invisível e não identificável.
Agora o sabemos. CULPA!
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Que tenhamos a certeza de que fazemos o nosso melhor com o que nos é dado. Ou você é capaz de mudar da “casa” Terra para outro lugar? Qual a sua opção? Escolher o melhor com o que se pode ter e fazer!  
E o melhor é cuidar de ti, de tua saúde mental para que seus sentimentos e emoções não o violem psicologicamente ao dar partida em seu automóvel e acelerar na cidade para ir ao trabalho, ao mercado, à escola, ao médico, ao curandeiro, ou ao lazer.
Entender e compreender isso é fundamental. Perceber esse implante que trucida os sentidos. Essa a melhor escolha que podemos fazer com o que nos é dado. Viver bem.
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Sejamos felizes e façamos felicidades.
Boas festas. Boas mesmo!!!

sábado, 10 de novembro de 2018

TEMPO


Ah, o Tempo.
Nunca se tem Tempo. E se lhe disser que o Tempo é Vida?
Então não se tem Tempo para olhar longe.
Não se tem Tempo para se alimentar e mastigar os alimentos.
Sem Tempo para olhar o próprio filho. Ou ouvir os delírios do pai ancião.
Está-se sobre a Terra e não se tem Tempo para caminhar descalço. Abraçar uma árvore. Nadar num riacho...
Não há Tempo para respirar direito. Parar de olhar para si com tanto drama e tragédia. Valorar as coisas tolas e supérfluas que não lhe competem.
Não sabe aproveitar o Tempo.
Esquece-se de amar, de beijar, de abraçar. E, quando chega o Tempo, com seu fiel da balança, chega a hora real de partir e imploramos por mais Tempo. Quer-se então corrigir erros, ajustar pendências, deletar equívocos, dizer o que não foi dito e ficou entalado no peito.
Num eterno recorrer, ir e vir, tantas e tantas chances e oportunidades são dadas. E a culpa, a responsabilidade é do Sistema, ou do Tempo que foi longe demais, ou era curto de menos.
Mas então, agora, não há mais Tempo, eis que não há mais Vida. Que fazer além de lágrimas? O mundo está de pernas para o ar, nunca houve Tempo. Somente o Agora. Faça diferente. Já!
Pois o Tempo sem Tempo te espera.
Consciência Livre

sábado, 20 de outubro de 2018

A INTUIÇÃO

Salve, gente bacana.

Vez por outra nos deparamos com grandes obras do saber universal.
E não por acaso, por meias e voltas prendemos nossa atenção em um determinado grupo de palavras, frases, textos de onde extraímos (não importa quão antigas as sejam) um manancial de informes ou simplesmente uma mensagem, um pequeno excerto do meio do conteúdo que nos exorta a sair adiante como uma injeção de ânimo tão precisada.
É dessas fontes que costumamos beber e quando a água é pura, misericordioso é o partilhar.
Segue aqui um trecho desses, oriundo da "Voz" que tanto inspirava, dominava o pensamento e a ação de seu expoente na Terra, Pietro Ubaldi.

"A Alma humana, entre uma ciência utilitária de comodidades e uma religião de conveniência, arrasta-se no chão, numa atmosfera de apatia, perdida sem rumo. O presumido dinamismo do vosso tempo mais não é que uma corrida louca toda exterior.Para onde correis, se ignorais as mais altas finalidades da vida?
Consciência Livre
E de que serve correr de chegar, se o homem martiriza no seu irmão a si próprio e, da terra abençoada por Deus, não raro faz um inferno ridículo e macabro?Ou talvez corrais apenas para vos atordoar, para não sentirdes a vós mesmos, para fugirdes à voz de vossa Alma, carente de paz por estar sem rumo?Não significará isto, no fundo, a intenção de fugirdes daquele silêncio em que a Alma, no seu isolamento, fala e inquire das grandes questões?
Consciência Livre

Sim: é medo, medo de permanecerdes convosco mesmos.De vos interrogardes.De vos sentires sozinhos diante dos últimos problemas que ninguém sabe resolver e que, não obstante, a Alma apresenta; medo dos grandes problemas do silêncio onde se ouvem gritar as grandes culpas; terror da profundeza onde estão o dever, a verdade: Deus.
Consciência Livre 
Ao som desta voz solene, preferis a paralisia psicológica e o tormento da Alma agonizante.E a cada momento renovais o esforço de vos lançardes para fora de vós, no mundo, em busca do infinito que, entretanto está dentro de vós.Perdestes a simplicidade dos grandes pensamentos que proporcionam descanso, e por isso aquele infinito, que dele se acha pleno, saturado de alimento substancial, vos parece qual um báratro de trevas sobre o qual temeis debruçar.
Consciência Livre 
O homem esqueceu, no dédalo das complicações, a beleza e a paz das grandes verdades primordiais.Entretanto, ele as conhecia de há muito, por meio da comunicação direta - a revelação - primeiro método intuitivo e sintético do saber humano, pai do método dedutivo.O princípio único, do qual as verdades menores se deduziam, havia descido do alto, porém depois de tanto deduzir o homem distanciou-se de tal maneira da primeira fonte, que chegou a negar-lhe a própria existência.Assim, a dedução, perdido o seu contato com a origem, não teve mais sentido.
Consciência Livre 
O homem recaiu por terra, sem asas e sem vista, e bateu com a fronte no solo a fim de que o fenômeno lhe falasse e, com seu pequenino e reduzido foco - únicas centelhas restantes da grande luz - lhe devolvesse uma fração infinitesimal da verdade infinita e eterna.[...]Em face das coisas supremas, os extremos da história se tocam, e assim a intuição reabre hoje, para os humildes, as portas da verdade."
Consciência Livre 

Pietro Ubaldi.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

REFLEXÕES: o Livre Arbítrio e o Amor Incondicional

Salvem, hoje buscamos um ambiente agradável ao ar livre para trazer a todos uma visão interessante sobre o Livre Arbítrio e a interferência que muitos inconscientemente realizam junto aos entes queridos as expectativas que depositamos junto aos outros, frustrações e uma observação sobre o Amor Incondicional.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

sexta-feira, 20 de julho de 2018

ENTREVISTAS - OVNIS - Estamos Prontos de Fato?

Salve, gente bacana.

Em 2017, a Pozati Filmes realizou um documentário maravilhoso com expoentes de nosso acervo de sabedoria sideral voltada para o estudo do fenômeno OVNI.
Entrevistados como Mônica de Medeiros, Paulo Roberto Uchoa, James J. Hurtak, Gilda Moura, Ademar José Gevaerd (dentre outros tantos) deram sua opinião e sua particular visão sobre os aspectos das aparições dos Espaciais em nossa civilização no decurso da história da humanidade, com um enfoque para os dias atuais e vindouros.
Entretanto, uma grande polêmica se formou, em função do dito "boicote" que se fez com a pessoa de um dos ilustres entrevistados que não foi incluído naquele documentário em si. A pessoa do Professor Laércio Fonseca.
Muito se falou, muito se discutiu e a presença de espírito equânime do produtor e diretor Juliano Pozati, nos brindou com uma entrevista única e exclusiva que apresenta a visão particular (a qual não poderia deixar de existir) do Professor Laércio Fonseca e que vem ao ar nesta oportunidade.
São ambos trabalhos magníficos que se apresentam neste momento, com o objetivo de ampliar as Consciências e remover obstáculos de crenças tolas, fúteis, absurdas e ridiculamente cerceativas que o Consciência Livre ajuda a divulgar ao público interessado em geral.
Parabenizamos o esforço hercúleo e independente de Juliano Pozati que nos brinda com uma qualidade visual, sonora e de conteúdo.
Mantenhamos o foco no que importa e não contribuamos com mesquinharias, tampouco interajamos com frequências obtusas.
Nossa energia particular é muito valiosa para ser jogada ou entregue a interesses mesquinhos.
Bom proveito.
Sejamos felizes e façamos felicidades.
(No meio de nós)

(Arquivo: Láercio Fonseca)

quarta-feira, 18 de julho de 2018

CRENÇAS E FILOSOFIA

Refletindo.

"Todos os sistemas filosóficos e religiosos que estão disponíveis em forma escrita são reflexos da verdade em diferentes momentos que foram necessários para satisfazer as necessidades desse tempo.
Não é necessário que ligue sua consciência a nenhum desses sistemas e as formas de expressão religiosa que existem ainda são úteis a muitos, mas muitas outras formas se perderam do período pré-histórico posto que não se escreveu nada.
Consciência Livre
A verdade é a verdade em qualquer momento presente da existência, sem importar a forma em que se manifeste.
A forma está sujeita às necessidades e capacidade de recepção da raça de seres que exista e é estabelecida pelo nível de sua evolução.
Essas formas de pensamento que construímos a nosso redor para nos proteger são frequentemente as mesmas formas que convidam nossa destruição.
O Primeiro Criador sempre está em movimento e sempre troca".

Melinar


domingo, 3 de junho de 2018

O MEDO DA LIBERDADE

Com a oportunidade que temos através dos procedimentos terapêuticos em gabinete, deparamo-nos com muitos casos de pessoas que se encontram revoltadas. Independentemente da classe social ou casta religiosa ou até mesmo a ausência de religião, o grande e maior motivo de tal revolta é estar preso a algo que não traga alegria, saúde, afeto, recursos.
Então o Cliente busca, motivado por essa inquietude, amealhar informações que o conduza a saciar essa necessidade (conjunta, isolada, ou coletiva, a exemplo da família ou sociedades).
Angústia
Ocorre que a grande maioria o faz movida por uma incerteza de busca. Ou melhor dizendo, sem saber muito bem o que quer. Terceirizando responsabilidades por seus insucessos e suas frustrações.
É sabido que quando se depende de uma outra pessoa, ou um grupo de pessoas para que determinada ação seja colocada em prática, certamente vamos encontrar obstáculos, preguiça, críticas e o resultado obtido será muito diverso do planejamento inicial, o que pode frustrar o projetista.
Também é sabido que realizar absolutamente tudo sozinho é algo inviável, pois no mínimo estamos nos valendo de algum objeto, utensílio ou recurso que não temos a mínima condição de produzir.
Consciência Livre 
Mas vamos considerar a busca individual como ânsia subjetiva para ilustrarmos melhor o problema  de estudo.  
Assim sendo, a pessoa busca se resolver de alguma forma, eis que inconforme com sua saúde, seu afeto, suas finanças.
Ao deparar-se com uma orientação profissional de que precisa mudar hábitos alimentares, sedentários, ela irá justificar que sabe perfeitamente disso, mas que não consegue.
Sob a sugestão de que seus sentimentos e emoções são os principais fatores de seus sucessivos fracassos afetivos, responderá que é assim mesmo, que faz parte de sua personalidade.
Conduzida a perceber que precisa dedicar mais tempo a especializar-se na área que realmente gosta convertendo-a em sua função financeira principal, retruca que isso dá trabalho e desanima.
Consciência Livre 
Excluindo a pecha comum de má-vontade ou zona de conforto, descobrimos um outro ponto que nos chama a atenção.
Todas essas alternativas ou necessidades buscadas - juntas ou isoladas - conduz o buscador a, cedo ou tarde, encontrá-las. E isso gera uma constatação de independência que, por sua vez, leva à liberdade. Essa mesma liberdade tão almejada é sinônimo de responsabilidade por si e pelos que o cercam. Saber de si é saber quem é, como é, porque é, para que é. Implica diretamente em ser dono de si e na obrigação de responder pelas próprias ações - e eventualmente pela dos outros, no caso de dependentes.
Isso explica objetivamente a demanda e debanda de muitos Clientes/Pacientes das Clínicas e Consultórios. Um tratamento que consegue mostrar para a pessoa o que ela está fazendo de errado e o que ela precisa começar a fazer para dar certo, gera um horror.
Cordialmente a pessoa se afasta para não mais voltar naquela linha de atendimento, e, insistentemente, procurará outro alguém, de outra corrente, escola, segmento que dê voltas e voltas sustentando engôdos e ilusões. Até que novamente a verdade surja e a pessoa se afaste profundamente decepcionada outra vez.
Consciência Livre
Assim, de maneira subconsciente, uma defesa se instala no campo mental da pessoa impedindo-a através do medo, de ser livre.
E aqui nem estamos abordando questões mais superficiais como chamar atenção, carências, culpas, obsessões, implantes, assédios e outras explicações legítimas, mas procuramos destacar que a pessoa não tem a mínima noção de quem efetivamente é, sem os implantes de filmes, genético-familiares, dos ídolos, referenciais externos, literatura filosófica; o simples fato de perceber que precisará ser ela mesma, a coloca imediatamente em condição de alerta, sim, atrelado a um ego do Orgulho, medo do que serei, se serei por mim mesma vencedora ou um fracasso, serei eu mesma a única responsável.
A pessoa não tem a mínima ideia ou sequer noção de como ela é em essência, quais são os seus verdadeiros gestos, tom de voz, olhar, caminhar, o que realmente gosta de comer, beber, praticar, qual sua opinião particular sobre os assuntos e temas que a circundam, se gosta ou não do calor, do frio, de dança, de futebol, de esoterismo, contas, música; que jeito é sua risada, se emociona com propaganda de margarina, gosta de crianças, não sabe plantar horta, tampouco andar de bicicleta.
Consciência Livre 
Esquece-se de que esse medo, deixando de existir em seu mundo é que a conduzirá à liberdade de ser quem é sem opressão. Respirando sem os grilhões da cobrança alheia, dos atos e fatos sociais e ainda assim, continuará a existir neste Planeta, País, Estado, cidade, bairro... Como alguém que faz parte inconteste de um grupo de seres especiais e que precisam e querem que ela seja o exemplo da alegria e felicidade, sem temor de errar para tentar novamente. Com bom-humor.
Permitir-se sofrer, sentir dores, estar em um estado físico e mental lastimável desde que com total consciência, também é ser livre, pois a pessoa saberá perfeitamente as causas e motivos que a conduzem a insistir em viver assim. Sim, isso é ser livre. A dor sente prazer. E o prazer pode ser interpretado como um estado de alegria... Estranho, mas real.
O que é paradoxal é querer soluções e quando estas se apresentam, num frasco de comprimidos ou num divã de terapia, dar de ombros, pagar pelo custo disso e reclamar que não existe uma solução para seu caso.Isso é sabotar-se e desperdiçar seu tempo, seu dinheiro, seu afeto, preocupando os que o cercam e gerando um círculo tolo, viciado em ligações e conexões profundamente densas que adoram essa condição específica, com um sabor especial.
Consciência Livre 
Já bastam as dificuldades que por si só nos acompanham todos os dias da existência. Encontrar, nos momentos de escape desses entraves e realmente observar o quão magnífico é o ato de existir e enxergar a grande dádiva da vida continuamente se expressando num suspiro de amor, num pulsar de gravidez, num desejo ardente, no recebimento de seu salário, na aquisição de um calçado, na viagem, na xícara de chá, no repouso de 10 horas, no olhar de um animal, no desenho que desvanece na nuvem, no gotejar, na frase de gratidão, no post de bom dia e em tantos outros imensos e pequenos, todavia contínuos milagres, perceberemos que um pneu não fura todos os dias, não estamos resfriados todos os dias, não atrasamos as contas todos os dias, não dependemos dos outros todos os dias, não estamos sozinhos todos os dias, não há tragédias todos os dias... Coisas que passam por nós como se não as víssemos, como se fossem meras obrigações de serem por serem boas. Nada mais que isso.Ser feliz é ser livre. E ser livre e saber de si e ser você mesmo, onde quer que seja, tendo noção do Sistema em que vive, das ações e reações que sua liberdade exerce e, nesse patamar, continuar a viver a idade que se tem até que uma nova surja e lhe oportunize uma nova experiência. Mesmo que isso incomode profundamente aqueles que não querem que você se liberte e seja feliz... Insista, seja inteligente, faça valer seu tempo, seu dinheiro, seus planos. Ajuste-os quando os outros os mude. Respire, chore se preciso, permita-se ficar irritado, cale-se, guarde segredo e vá se conhecendo, sendo você e adiante!
Consciência Livre
Faça.
Seja.
Flua.
Frua.
A escolha sempre é sua, seja sozinho ou acompanhado. As afinidades chegarão e você se surpreenderá quando se permitir ser livre do medo de ser livre. Mas não finja ignorância - salvo se isso faz parte de sua liberdade consciencial.
Assim sendo, seja feliz e faça felicidades!
Consciência Livre

sábado, 12 de maio de 2018

A MEMÓRIA CELULAR E A DEFESA AUTOMÁTICA


Para algumas pessoas, recordar é o próprio trauma em si.

Esquecer as memórias então uma defesa da agonia do passado duro vivenciado.

Estabelece-se então uma espécie de implante tão profundo no subconsciente que apenas a menção da intenção da lembrança faz com que as células devidamente programadas reajam como uma forma de proteger o organismo vivo de qualquer dor ou padecimento que ditas lembranças possam acarrear de volta à consciência.

Todavia, tal programa de esquecimento ou defesa, começa a agir como se vida própria tivesse, ampliando a “proteção” antes restrita a um fato apenas, a praticamente tudo o que se possa deduzir como prejudicial e assim, numa cadeia sucessiva, como uma espécie de guardião, as memórias começam a ficar seletivas e a vontade perde sua força mantendo a existência em um estado praticamente vegetativo de experimentos e vivências inócuas e anestesiadas.

A consciência, em espasmos de liberdade, grita ao indivíduo para que desperte desse entorpecimento contínuo, o qual migra de existência para existência, até que, assolada pela inquietude interna, a própria pessoa começa a buscar novamente os motivos pelos quais não se lembra.

Então, surge em cena um novo guardião. O temor!

Este, solapa a ação da consciência anestesiando com um sofrimento sonambúlico a condição primordial da pessoa, que deixa de ser feliz e inicia uma busca inglória pela mesma felicidade que se autocerceia com receio de que ao encontrá-la, irá perdê-la em função direta de sua efemeridade. Assim o drama se alimenta dessa carga energética expelida pelas angustiosas expressões e condutas radicais na forma de ectoplasma livre, solto pelo ar.

Portanto, recordar-se, reaver suas memórias é a chave exata e matemática para sanar as questões obscuras de nossa mente, as quais preencherão as lacunas ocultas instaladas por essa forma de poupar o ser humano de qualquer lembrança traumática. Se a busca se dá, a pessoa está pronta a recuperar suas informações no tempo necessário que levar para corajosamente derrubar as paredes que um dia serviram de proteção.

Por isso que a presença de um profissional, devidamente habilitado em Terapia de Vidas Passadas, em Regressão, Resgate, é imprescindível para o suporte emocional afim de que o buscador de si consiga se sentir seguro o suficiente a ordenar, organizar o tabuleiro das peças desse intrincado quebra-cabeças que são suas próprias experiências vividas apaixonadamente em outras épocas e que hoje ecoam dentro de seu íntimo como a chave libertadora das memórias vividas outrora; desinstalando, desabilitando gradativamente cada registro amargo, denso, com a purificação dos conceitos formais também adquiridos como herança temporal.

Dessa forma, a reprogramação, ou ainda, a formatação do próprio Registro dentro do Arquivo da memória celular, passa a ser convertido em novos dados inseridos pela Essência libertada com as virtudes do Ser, da Consciência livre de qualquer peso ou carga de emoções atreladas à punições, castigos, culpas, perigos, traumas, fobias, limitações, saudades, paixões, prazeres, confusões, equívocos comuns no cenário existêncial de toda humanidade que se permite vivenciar a trajetória terrena e submeter-se às intempéries de toda sorte sensorial que o corpo físico, emocional e mental possa reter como registro da própria magnificência da existência em si.

Ao esquecermos dessa fantástica e incrível dádiva oportunizada pelo concurso da carne e cairmos na fossa da faixa vibracional da densidade turva que oportuniza a aproximação de interessados em nossa energia vital, deixamos de lado nossa luz sublime para vivermos de recorrência em recorrência cada vez mais densos e obstruídos pela força esmagadora da inconsciência manipulada por nossa própria autorização em função de receios e agregados oportunistas das diversas escalas dimensionais e hiperfísicas. A angústia abre espaço à lágrimas que, para manter a defesa do desconhecido (já vivido) acrescenta de maneira falsa, mas exponencialmente sensorial uma dor absurda e inverídica a ponto de desligar o indivíduo da ânsia de buscar resolver-se, gerando, toda vez, conflito e confusão.

A retomada do estado de liberdade se dá com a inquietude ou até mesmo com o incômodo que nos impulsiona a alcançar a informação ou o conhecimento preciso para colocarmos em ação o mecanismo da nossa própria libertação, ainda que mantendo a existência paradoxalmente simultânea em um ambiente planetário totalmente contrário à liberdade rumo à nossa individuação.

Eis o segredo: romper barreiras mantendo o teatro terreno.

Por afinidade vibracional vamos nos encontrando um a um, resgatando-nos aos poucos, mesmo que a pressa urja dentro de nós. 

Saibamos esperar, mas em constância para não nos atropelar revelando-nos antes do tempo planejado.


segunda-feira, 7 de maio de 2018

QUANDO PENSAR EM DESISTIR


QUANDO PENSAR EM DESISTIR, LEIA ISTO…

Salve, gente bacana.

Muitas vezes caminhando pela internete a gente acaba encontrando algumas joias raras em matéria de texto que nos estimula.

Ana Paula Ramos foi a autora deste material que vamos ajudar a divulgar aqui em nosso espaço.
Boa leitura e Não Desista!

"Quando você pensar em desistir, olhe para o lado que realmente importa, o lado de dentro, e então se pergunte qual é a sua razão maior, o seu porquê, o motivo que te fará mais forte e mais capaz do que qualquer porém. Do que qualquer pesar. E vai.
Quando você pensar em desistir por causa deles, olhe para eles, e se pergunte quando foi que você deixou de ser importante para si mesmo, quando foi que a imagem refletida do outro lado do espelho deixou de ser a sua, quando foi que opiniões, críticas e julgamentos de quem nunca realmente parou para te olhar de verdade invadiram a sua vida e domaram as suas escolhas dessa maneira. E então deixe ir o peso do outro. Foque no que te fortalece. Mire no que te faz leve. E vai.

Quando você pensar em desistir por causa das circunstâncias, se pergunte qual é o propósito de tudo, da onde vem o aprendizado, o grande legado, o motivo que te fará agradecer mesmo quando a tristeza vier. E então se concentre no lado bom de todas as coisas, na sabedoria do universo, na certeza de que amanhã é sempre outro dia e que não há sofrimento ou dificuldade que dure para sempre. E vai.
Quando você pensar em desistir por causa de si mesmo, se pergunte quem é você e qual é a sua missão nesse mundo. E então avalie se o desistir tem a ver com ser forte, sábio e consciente (porque às vezes desistir exige mesmo uma coragem imensa) ou se é só uma maneira covarde de fugir da batalha antes mesmo da luta. E se for por falta de tentativa, e se for por medos e receios de não ser capaz, encontre dentro de si mesmo a força que te move a levantar da cama todos os dias. E vai.
Quando você pensar em desistir por causa do tempo, se pergunte o que realmente importa na vida: a direção ou a velocidade. E então comece a olhar para todas as coisas com a curiosidade e a aventura da criança e a sabedoria e a experiência do idoso. Do tempo passado, pegue o que te faz melhor, inspire-se no que te faz sorrir, orgulhe-se das cicatrizes, colecione histórias, mas siga em frente. Do presente nasce o recomeço. E o tempo nos ensina que nunca é tarde demais. Agarre-se na infinidade do agora, seja presente de corpo, alma e coração. Faça sempre o seu melhor. Seja sempre o seu melhor. Não dê demasiada importância a um futuro que você nem sabe se vai chegar. Vista o seu melhor sorriso, confie na força da sua intuição. Arregace as mangas. Tire o sapato. Deixe o vento bater no rosto. Deixe despentear.
E vai.
Quando você pensar em desistir, quando o barco virar e o mar estiver revolto demais, quando a única alternativa que restar de tudo isso for lutar ou morrer, agarre-se na sua fé, acredite no seu milagre, pule nas águas. E nade.
Quando você pensar em desistir, justamente porque não sabe nadar, olhe para o mundo com gana de herói, com olhos de quem desafia o impossível e faz valer a pena cada segundo da vida.
E pula na água.
Pula na água.
Quando a gente não sabe o que fazer, a gente aprende."

Fonte: https://osegredo.com.br/quando-pensar-em-desitir-leia-isto/

sábado, 3 de fevereiro de 2018

AS PRÁTICAS E OS HORÁRIOS ADEQUADOS

Salve, Gente Bacana!!
Estamos divulgando novo vídeo com novo tema e muito curioso desta vez.
Por que motivo sugere-se que as práticas devam ser realizadas sempre no mesmo horário, lugar e dia?
Aqui uma explanação breve e sucinta das razões.
Felicidades e um abraço fraterno.




terça-feira, 23 de janeiro de 2018

A DOR E O SOFRIMENTO - Retorno

Salve, gente bacana!
Disponibilizamos novo material depois de um bom tempo de "licença prêmio".
Em breve retomaremos as atividades sempre procurando informar e conscientizar.
Abraços fraternos.


domingo, 14 de janeiro de 2018

VÍCIOS E A FALANGE

Salve, gente bacana!

Alguns assuntos, alguns temas muitas vezes queremos passar apenas os olhos, deixar o famoso "curti", e seguir adiante.
Todavia, para quem vive de perto cenários complexos, duros, amargos, um pouco de informação sempre ajuda, pois a pessoa sempre em seu íntimo se indaga: "Por que isso aconteceu?" E, "Como resolvo isso?"

Consciência Livre

Uma pessoa que vivenciou a forte experiência do vício, por exemplo, (em especial o vício químico) passa a ser conectada por faixas de afinidade vibracionais, a uma egrégora (ou falange) de forças densas as quais têm em conta a sua própria necessidade de se alimentar desse consumo danoso e para isso, vão forçar o recuperado a voltar ao uso. Por esse (e claro, outros fatores emocionais, psicológicos e de limpeza química) a pessoa padece horrores para reafirmar seus propósitos em manter-se limpa. E a família que acompanha, se esforça magnanimamente na mesma intensidade.

Consciência Livre

Nesse sentido, caso essa falange não consiga, não medem escrúpulos em buscar a próxima pessoa que possa ter fraqueza ou a mesma afinidade vibracional no seio da família para viciá-la e fornecer esse alimento de energia deletéria.

Um descendente gerado pelo sangue de usuário de substâncias entorpecentes para a ter essa mesma assinatura com grandes possibilidades de abertura ao vício também. Pelo assédio.
Mas existem formas de se prevenir esse risco.

Consciência Livre

Para se evitar quedas nesse caminho, o processo do jejum (purificação) de 21 dias seguidos com mantença dos 7 primeiros sem a ingesta de nenhum tipo de alimento sólido ou líquido; depois com 7 dias de líquidos e sucos diluídos e 7 dias com sucos integrais e parcas doses de caldos auxiliam na desintoxicação e quebra da faixa vibratória.
A técnica de tratamento de bioenergética associada à geoterapia (argila, barro) com placas de argila por sobre o corpo, dieta específica para cada cliente e ingesta de chás adequados a erradicar verminoses que se nutrem da química no sangue quebram eficientemente esse risco de viciar-se (ou recaída).

Consciência Livre

A prática do jejum de 21 dias é orientada a maiores de 21 anos de idade, cuja compleição física e mental já é madura o suficiente para entender a seriedade do trabalho e as respectivas fases de transições intensas pelas quais o praticante se submete, tal como uma verdadeira iniciação interna. Um encontro íntimo.

Consciência Livre

Já a terapia da bioenergética pode ser aplicada desde a tenra idade para liberar os filhos amados da sombra nefasta do laço do vício, sempre atento à escolha de profissionais competentes, de boas referências e não sensacionalistas.

Consciência Livre

Os progenitores que optarem pela mudança de frequência vibracional voluntária (sempre mais fácil quando assim se sucede) podem objetivamente, focados elevarem sua prole a uma oitava superior que atenua em muito essa probabilidade marcante de vir a se tornar também uma usuária no futuro.

Esse cuidado é algo concreto e racional, independentemente de crenças ou profissão de fé, por isso é que se sugere e indica práticas táteis e tangíveis que resgatam e purificam a Essência em seu estado puro.

Mas ainda assim, a escolha de se livrar do assédio é subjetiva.








Um Toque de Sabedoria

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